Como você arrumar uma namorada

Você está prestes a descobrir como arrumar uma namorada incrível, para dividir com você os momentos especiais. Sei que isso pode parecer muito difícil para você agora. Mas não desista… Pois, neste artigo eu vou te mostrar quais foram os 5 passos que eu segui para encontrar a minha namorada, que por sinal hoje é a minha esposa. Como arrumar uma namorada . Primeiramente você deve se perguntar se realmente esse é o momento para se envolver com alguém. Não tem porque pensar em um namoro se não estiver disposto a uma relação duradoura, caso contrário, estará mais feliz solteiro Como muitas pessoas frequentam a igreja, é possível que você consiga arrumar uma namorada lá, até mesmo por que geralmente quem frequenta a mesma igreja possui fé e princípios semelhantes, o que facilita a relação. Para saber como conseguir uma namorada na igreja você precisa seguir algumas dicas como: Se você quer saber como arrumar uma namorada, aqui vai uma dica importante: as mulheres amam ser elogiadas! Mesmo as que não sabem como reagir, se sentem acarinhadas ao receber um elogio sincero . Durante a conversa, procure ser sincero sobre algo nela que chamou sua atenção e diga a ela o quanto gostou disso. Como Arrumar uma Namorada na Adolescência. Alguns adolescentes encontram dificuldades para conseguir uma namorada, principalmente quando é a primeira vez. Porém, você pode se dar bem muito antes do que imagina se souber mostrar confiança,... Saber como arrumar uma namorada é uma vontade que todos os homens algum dia vai ter. Porém alguns julgam ser muito difícil encontrar alguém que queira um relacionamento sério nos dias de hoje.. Contudo, não é tão difícil quanto parece, o problema é que nem todos têm a paciência em esperar o tempo certo para arrumar uma namorada e acabam quebrando a cara em relacionamentos passageiros.

COMO COMECEI A NAMORAR A NAMORADA DO MEU EX FICANTE

2020.08.05 23:22 Jubbbsss COMO COMECEI A NAMORAR A NAMORADA DO MEU EX FICANTE

Olá gente, Luba, gatos, Fodrigo Raro, Matheus e etc. Essa história é um pouco loga, mas sempre que conto pra alguém eles acham daora, então aí vai. Então, vim aqui contar pra vocês a história de como comecei a namorar a namorada do meu ex ficante. A três anos atrás, comecei a conversar com um menino, vamos supor que o nome dele é Fábio, papo vai, papo vem, marcamos de nós encontrar. Minha amiga conhecia ele (Eles frequentavam a mesma igreja) e quando falei pra ela que estava conversando com ele, ela me disse que ele namorava tinha uns três anos. Aí tá. Ele não comentou nada comigo, então deixei para ver quando ele ia me contar. ( Aé, observação: Ele não postava foto com a namorada, e os comentários das postagens dele sempre estavam desativados. ) A gente marcou de se ver, em um shopping aqui da cidade, assim que vi ele, olhei direto para a mão, sem aliança, okay, vai que ele terminou? A gente ficou conversando, mas não rolou nada demais, até por que ainda estávamos "nos conhecendo melhor". No dia seguinte, quando acordei, ele tinha me mandado mensagem, falando que tinha gostado muito da noite e tudo mais. Falei que gostei também, e ele sugeriu que a gente se encontrasse de novo. Até aí tudo bem, talvez ele só quisesse amizade né? E foi isso por uns dois ou três meses. Quando marcamos de nós encontrar, éramos praticamente melhores amigos, até que na metade do rolê ele me beijou, e a gente acabou ficando. ( Ele nunca disse que namorava, e minha amiga disse que os dois provavelmente tinham terminado, até por que a mina tinha apagado todas as fotos com ele) No dia seguinte, o marmanjo me manda mensagem falando que namorava, mas que não estava arrependido do que a gente fez ???? Ele me explicou o que estava acontecendo, disse que sua namorada estava agindo muito estranho, e suspeitava de que ela estava traindo ele. Por isso estava meio foda-se pra tudo ( Uau, não conversar com minha namorada, deixar o clima estranho e trair ela? Já quero ir, super beijo do Fábio, Muah! 😘) ( Por que afinal, era só um namoro de 3 anos né? Tá, vou parar de colocar parênteses toda hora.) E o acontecido acabou se repetindo 👉🏻👈🏻. Até que a gente decidiu parar com isso, em respeito a mina né. E viramos apenas amigos, sem mais nada. Aí, ele teve a cara de pau, de virar para mim e falar, "e se eu te apresentar a ela?" E eu disse: Ah por que não? E foi então que descobri que ela morava uma rua atrás da minha??? Ele foi pra casa dela, chamou ela e foram os dois pra minha casa, pra gente andar um pouco pelo bairro. E mano, que climão, eu não sabia o que falar. Até que uns dias depois daquela tragédia. Ela me mandou uma mensagem no Insta, mó aleatório. Me falando que ela já sabia de tudo, que o Fábio tinha contado pra ela. E que eles tinham terminado. E eu fiquei sem reação tá ligado. A mina morava na rua ao lado, ela sabia onde era minha casa, vai que a doida tenta fazer alguma coisa comigo. Ela falou que tava de boa, que na época ela tinha traído ele também (E minha única reação foi: Aonde eu me meti???). Ela disse que queria se encontrar comigo, pra gente conversar, ela me jurou que tava tudo bem, e eu, mó troxa, fui né. A gente marcou de ir em uma sorveteria aqui no nosso bairro, falei que eu podia passar na casa dela e a gente ia junto, mas ela me disse que não estava em casa, que estava na casa da tia, e que ia direto de lá. Tá, quando cheguei lá ela ainda não tinha aparecido, esperei por uns 10 minutos até que ela apareceu, fui cumprimentar e ela já foi loga me abraçando e me dando um beijo na bochecha, e eu fiquei como??? Papo vai, papo vem, ela me conta que na verdade, vem tentando arrumar pretexto pra terminar com o Fábio a muito tempo, só que ela nunca arrumava nada bom o suficiente, e que essa história foi o pretexto perfeito, ela disse que ele queria continuar com ela de qualquer maneira, e que até traição ele já tinha perdoado. (Gado demais) Ela me falou que só tinha ao que agradecer, e que ajudei ela pra caramba, aí fiquei curiosa, e perguntei, "mas por que tu tava querendo terminar com ele?" "Ah, ele era legal sabe, mas chega um momento que cansa, já tinha mais de três anos que estávamos juntos, eu gosto dele, mas não da mesma maneira que gostava a um tempo atrás, e não queria prender o menino, e tem outra coisa..." Aí que pensei, puts, ela tá com outro. E ela solta a bomba: "E estou tentando me assumir..." E eu lerda, "Se assumir?" "É que sou lésbica, mas minha minha família é homofóbica e tals, então né..." E depois daquele dia, conversávamos direto, até que ela me pediu em namoro, já tem uns dois anos que estamos juntas. E o Fábio, bom.. quando assumi meu namoro com a menina ele começou a me mandar umas mensagens meio escrotas e eu bloqueei ele, e desde então, nunca mais vi, graças a Deus. É isso aí, beijinhos de luz 🧚✨
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2020.07.31 07:22 AD-Pudim Motivos pra ter um relacionamento de verdade?

Eu tenho 15 anos, um garoto extremamente formal e introvertido, tenho somente 2 amigos, o problema é que todos eles tem toda fé a esperança de arrumar uma namorada, principalmente um dos camaradsa que vamos nos referir a ele de "Mate". Mate tem muito medo de morrer sozinho, não amar e não ser amado, eu acho isso extremamente idiota, ser feliz na vida porque você tem uma parceira(o) parece extremamente retardado e atrasador. Eu tenho minha vida planejada como um futuro soldado (ou professor) e político, quero fazer a diferença na nação porém em nenhum desses planos incluem uma parceira. O Mate considera isso muito triste, principalmente por causa dos meus últimos relacionamentos que não deram muito certo, por culpa minha e agora bateu uma certa preocupação, será que é realmente importante ter uma parceira(o) na sua vida? Porque eu não acho isso importante mais, eu não sou bom em relacionamentos, eu sou orgulhoso e arrogante demais, não sinto empatia a não ser por aqueles que são MUITO próximos de mim, me diz, como eu deveria considerar relacionamentos importantes nesse estado merda?
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2020.07.30 00:04 khkjzhxckj Vitimismo de homem que não consegue pegar mulher.

Cara como tem aqui nesse sub homem com "mimimi" (como eles gostam de falar pra reclamações femininas) porque não consegue transar.
Eu acho ridículo demais pqp. "Ai melhor pagar puta porque garotas dá mt trabalho" É cara, realmente sem se esforçar em ser uma pessoa decente fica difícil alguém se interessar por você e olha que mesmo assim vejo caras conseguindo...
Só ficam aí "pq vcs não sabem como é ser feio, como é ser desinteressante, não sei mais oq". Isso não vai te levar a lugar nenhum. E ainda quando alguém fala "ah se você não é interessante então busque ser, se você não é bonito então pelo menos se cuide, se arrume etc" o cara ainda fica puto "ai essa gente vem aqui falar como se eu pudesse deixar de ser um fracassado que absurdo" parece que quer acreditar que não pode melhorar mesmo porque daí não tem que se esforçar, aí pode usar da desculpa de que age mal, de que é um babaca, porque o mundo é assim e não porque foi escolha sua agir assim e se conformar com essa situação.
Sério olha ao teu redor, você não consegue mesmo ver vários homens aparentemente sem atrativos casados? Com família? Com namorada? Eu particularmente vejo a todo momento. Se você ficar aí só se sentindo mal por si mesmo, se dar por derrotado, realmente... Fica difícil, mas a única culpa de viver assim é sua, porque tá cheio de garotas por aí igualmente solitárias querendo ser amadas.
Sem falar nos caras que parece que vêem mulher só como um buraco pra enfiar o pau. "Ah porque é melhor pagar puta, se parar pra ver vai custar menos do que o esforço de arrumar uma garota, levar pra sair, pagar motel..." Bem, nesse caso você não merece garota nenhuma mesmo, continua com essa vidinha miserável.
Xoxo
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2020.07.28 16:35 OmikePepino Como fui de um Nice guy para um cara realmente legal. Kkkkkk

(para auxiliar na voz, eu sou um homem baixo de 25 anos) kk Oi, Luva, Editouros, gostosos e gostosas que estão acompanhando. Eu gostaria de contar a história de como eu fui um nice guy do qual tenho vergonha e ter sido. A história é grande mas eu juro que o "final" É a melhor parte
Em meados de julho de 2017 eu fazia uso do app do foguinho vulgo "chindler". Fazendo uso do app, eu dei match com uma garota gostosa e burra do jeito que eu gosto (é meme kk) nós conversamos pelo Tiinder e mesmo antes de nos encontrarmos eu já tive meu momento draminha em um assunto meio delicado. Eu sou tatuador, mas na época era apenas um aprendiz sem tatuagens visíveis. Certo dia falei pra ela que tinha intenção de fazer tatuagem na mão por que achava bonito (hoje tenho). Ela disse "se você fizer acho que eu não teria coragem de ficar com você". Não compreendi a motivação dela de dizer isso e disparei "Não vai ser agora que vou me privar de algo que eu gosto. Fui criado por uma família religiosa e já fui privado de uma infância e também de uma juventude saudável, não será agora que eu ou arrumar mais correntes pra me brecarem". Sinto que exagerei nesse momento, ela disse que falei de forma rude, chorou e blablabla. Eu, inocente como até hoje sou, me senti extremamente mal por tê-la magoado. Então pedi desculpa nos resolvemos, então marcamos de nos encontrarmos (no mesmo dia em que entrei para um estúdio de tattoo como aprendiz [pior coisa que fiz] kkk). O estúdio sugava minha sanidade de um lado por me fazerem de escravo, e ela do outro por achar que eu era responsável pela felicidade dela. Eu não podia dar presentes pra ela mas ela queria lanche quase sempre mas eu não recebia pra trabalhar no estúdio. Era simpesmente trabalhar e observar pra aprender algo útil. Nesse vai e volta (dependendo da reação do publico a essa história conto o quão agonizante foi pra mim esse "vai e volta" <3), quando era novembro, aniversário dela, eu queria fazer uma surpresa pra ela, peguei um trocado emprestado com meu irmão (50R$) e comprei uma caixa de doces gourmet com minha amiga e dei de presente pra ela. Ela adorou mas nessa altura nosso relacionamento já estava muito desgastado. (Foi no dia do aniversário dela também quase a matei trocando os medicamentos dela acidentalmente mas não assumo toda a culpa por isso mas é história pra outro momento). No mesmo final de semana desse ocorrido, ela quis ir só Outback, e eu, como um cavalheiro que sou, me senti na obrigação de pagar para ela. Peguei 200 reais emprestado com meu pai e a levei (foi Rolê mais humilhante do meu ponto de vista). Foi eu ela e alguns amigos. Um dos amigos dela falou que se mudaria para Portugal e pra encurtar, ela usou isso de pretexto pra dar total atenção pra ele (ficava abraçada com ele na minha frente enquanto eu estava sozinho sem ter assunto com os amigos dela) e me ignorou totalmente. Me senti deslocado e humilhado. Mas assumo total responsabilidade por não ter aceitado antes que não havia mais um relacionamento. Quando íamos embora ela anunciou que iria pra casa de um amigo dela em Suzano (amigo gente boa. Não desconfio que tenha rolado nada entre elas mas na época eu era ciumento e não compreendia) mas foi nesse momento que me caiu a ficha. Eu desisti de tentar, fui seguir minha vida, sai do estúdio pois não tinha mais sanidade pra permanecer. Fui cuidar de mim e esperar a notícia do término. Então, durante uma festa de halloween, eu fui o maquiador da turma. Enquanto eu fazia uma maquiagem que seria a campeã da competição de fantasia, veio a mensagem: "Michael. Quero terminar" Apesar de já saber disso eu fiquei quebrado, não consegui dizer nada além de "a gente pode ao menos conversar pessoalmente?" Ela disse que não queria me ver ainda. Pra eu esperar uma semana que ela viria até mim ou eu iria até lá. Eu estava muito depressivo e tenho anemia crônica. Meu peso normal é 65kg por que sou baixo. Eu estava com 53kg. Mas eu melhorei, voltei a me alimentar, treinar, fiquei saudável, até que no Réveillon eu me autosabotei da pior forma possível. Eu mandei mensagem desejando feliz ano novo pra ela (eu estava sob efeito de droga). Ela foi super gentil, me desejou de volta. Poderia nascer uma linda amizade nesse momento, mas não. Eu pedi pra voltar. Foi o último não que eu recebi antes do pior momento da minha vida. O ano de 2018 começou intenso. Me envolvi com drogas cada vez mais pesadas, cheguei até mesmo a vender. Só assim pra fingir que ela não existia. Porém, em março eu tomei um baque que foi a notícia que ela estava namorando novamente (direito total dela). Eu decidi que iria voltar a ser um bom filho/ irmão. Pagar tudo que peguei emprestado pra tentar fazer ela feliz (Nice guy falando). Arrumei um emprego, voltei pra academia, ia competir em um campeonato de fisiculturismo quando conheci a minha atual namorada. essa minha atual namorada, é a garota mais inteligente que conheço. Ela me dá orgulho por ser quem é. Minha sogra é um anjo na minha vida. Mas em dezembro de 2018 ela teve uma briga com o padrasto dela e veio morar comigo na casa da minha mãe. Ela prometeu que em janeiro ela já estaria procurando por outra casa e foi exatamente o que ela fez. Em fevereiro ela já estava se mudando para própria casa e disse pra mim: "Se você quiser continuar com sua mãe eu vou entender, mas adoraria que viesse comigo". Nesse momento eu estava desempregado pois estava novamente foco total na minha carreira de tatuagem. Por ela me dar total apoio eu aceitei ir morar com ela até por que minha mãe fazia um esforço imensurável para que eu desistisse de ser tatuador. Focado na vida de casado agora também, eu tive problemas. Não conseguia fazer tatuagens por que a senhoria da casa onde eu morava ficava plotando quem eu levava para lá. Um inferno. As coisas começaram dar errado na minha vida novamente (eu sou um cara azarado mesmo, Lubinha). No mês de maio eu perdi totalmente o tesão na vida. Pensava em suicídio e os caraio por que minha vida passou a desandar. Nem mesmo o amor incondicional que minha namorada me oferecia me confortava. Eu já tinha desistido. Meus amigos me chamavam no portão e eu ignorava. Ficava deitado fingindo que não escutava. Minha namorada comprou ingressos para uma convenção de tattoo para me animar. Funcionou muito bem. Eu voltei a desenhar, entrei numa maré de empolgação que não duraria muito. Eu tomaria outro golpe da vida. Minha máquina de tattoo queimou. Eu estava cheio de esperança no marketing digital mas nem isso deu certo pra mim. Minha namorada vinha me dizendo que estava pesado pra ela cuidar das contas sozinha mas eu não consegui fazer nada. Comecei a procurar emprego e adiar novamente meu sonho por um bom motivo. Mas foram 5 meses sem resultados. No mês de novembro nós mudamos para uma casa maior um pouco mais cara mas onde eu poderia ter a liberdade de vender minha arte. Nessa casa eu consegui trabalhar, fiz bastante trabalhos mas ainda assim tudo voltou a dar errado quando o bico que eu fazia no autódromo parou de acontecer por que estávamos em época de chuva. Eu ganhava menos com tattoo no início da carreira do que como controlador de acesso nesse bico. Eu só me fodo. Kkkkk Minha atual disse que queria um tempo pra ela poder organizar a vida dela. Ela basicamente havia desistido de mim, mas também, quem confiaria em mim se nem eu mesmo acreditava mais??? Se eu não arrumasse um emprego não daria mais. Veja bem como a vida é justa. Nesse momento eu arrumei 2 empregos e o dono do estúdio que eu contatei na convenção me chamou para trabalhar com ele. Kkk vida injusta. Eu estava numa sinuca. Meu sonho e meu amor estavam na mesma mesa cada um rolando pra um lado e eu teria que escolher qual eu salvaria de cair. Depois de muito pesar eu decidi seguir meu sonho. Julguem-me. Minha namorada falava palavras duras pra mim, dizendo que estava exausta, que não daria mais. Chegou a dizer que não me amava mais. Eu insisti por 2 semanas mas decidi dar total liberdade pra ela escolher o que queria: "Você escolhe se quer ficar ou se quer ir. Saiba que eu te amo e vou adorar se ficar, mas se for eu vou ficar bem. Não se preocupe" Ela decidiu ficar. Tudo começou dar certo. Era fevereiro e eu pagava o aluguel e sobrava um bom dinheiro pra gente sair final de semana. Aí um chinês resolveu comer um morcego e todos os estúdios/comércios tiveram que fechar. Desandando novamente. Hoje estou tentando retomar minha clientela que se dissipou demais nesse momento, mas ainda não tenho conseguido produzir nem ao menos o necessário para pagar meu aluguel...
A vida vai continuar me dando essas rasteiras. Mas eu vou levantar sempre, de novo e de novo. Se não tá bom eu vou fazer ficar. Agora eu estou total focado em ficar cada vez melhor no meu trampo pra poder ganhar uns troféus e pra dar a vida que essa minha atual merece. Não sei se falei. Minha atual e minha ex se tornaram muito amigas. Somos isentos de ciúme (acho que é o mínimo necessário pra namorar um tatuador) kkkkk
Desculpa pelo histórião Luvinha. Mas eu tenho uma história dessa tanto pros relacionamentos quanto pra vida profissional quanto pra familiar. Kkkkk
Luba. Caso leia. Sugira pro YouTube colocar um botão pra curtir quando em tela cheia. É muito chato ter que minimizar o vídeo pra dar like. Kk
Plot twist. Acabei de terminar com a minha atual ex.
Amo vocês galera. Agora é eu por mim <3
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2020.07.28 05:48 leepz2019 Um "amor" que eu não entendi

Olá me chamo L. (H.28) e venho buscar opiniões pra poder entender oque está acontecendo. Há 4 anos atrás conheci uma moça denominada D. Moça bonita e jovem 15 anos, só queria curtir e zoar a vida, quando eu a conheci foi em casa, naquela época consumimos maconha e vivíamos chapados, ninguém queria nada com nada, eu recém terminado e ela também. Nos envolvemos e aconteceu, a gente ficou e deixamos claro que não queríamos nós apegar tanto, porém não foi isso que aconteceu. Porém eu vinha passando por problemas devido ao meu término recente e vi que estava ali só por estar mesmo. Comecei a pensar e fui me afundando numa depressão profunda e amarga, porém não quis demonstrar isso, eu gostava muito dela e sabia que na idade dela não tinha porque envolver-la em algo desse tipo, afinal queríamos curtir. Passando um tempo minha mãe sabendo da minha situação me chamou pra ir morar com ela no nordeste, sem chão e sem nada resolvi ir sem hesitar. Expliquei para a D. que teria que ir embora pois não tinha mesmo condições de me manter nas condições emocionais que eu estava. Ela entendeu e compreendeu, sempre fomos muito sinceros um com o outro. Fui embora de coração partido por deixar a cidade e pessoas muito importantes pra mim pra trás. Chegando lá não consegui me adaptar e cai em depressão profunda, o único motivo pra eu sair da cama era comer e fumar cannabis. Passado um tempo comecei a me sentir mais disposto, saia pra passear beira mar, dar uns pegas bem assim dizer, uma euforia total. Cheguei a mandar mensagem pra D. Já que tinha me afastado por conta da depressão, porém ela tinha voltado com o ex, segui em frente afinal oque mais me importava era se ela estava feliz ou não. Passado uns 2 meses entrei em uma crise psicótica devido ao uso de cannabis. Passei por avaliação psicológica e fui encaminhado pra uma clínica. Foram os piores dias da minha vida, porém aprendi muita coisa ali. Eu já não queria mais morar lá no nordeste então saindo da internação resolvi fazer uso de drogas denovo sabendo que assim minha mãe me mandaria de volta pra minha cidade aqui no sudeste. Voltei e continuei a usar contrariando todo o tratamento da doença (esquizofrenia) uma simples tendência nada que me tornasse incapacitado de lidar com a sociedade. Certas vezes cheguei a sair e esbarrar com ela pelas ruas, cruzamos olhares mais ela ainda estava com ele e eu pensava que ela estava feliz e não queria estragar isso. Passado um tempo me atacou outra crise e resumindo segui pra uma internação mais severa agora aqui no sudeste e parei com o uso de drogas pra não atacar crise de novo. Fiquei um ano focado em trabalhar e cuidar de mim se manter relação amorosa com ninguém, isso foi ano passado. Um amigo em comum que namora uma amiga dela me disse que esses dias elas estavam conversando sobre mim, que ela aparentemente estava tendo um mal relacionamento com o namorado dela e disse que ela nunca me esqueceu e que gostava de mim depois de todo aquele tempo. O amigo me disse pra mandar mensagem pra ela, passado alguns dias eu criei coragem e mandei um oi pra ela no wpp. Sem resposta eu pensei, ela deve estar se acertando com ele, melhor eu deixar quieto. Passado mais alguns dias respondi um storie do instagram, não passou muito ela me respondeu com um emoji, logo voltamos a nos falar cada vez mais e mais. Perguntei se ela tinha terminado e ela disse que sim, antes de agente voltar a se falar ainda. Numa sexta feira tomando uma cerveja ela me disse que ia dar com o irmão, eu sem muito o que fazer chamei ela pra tomar uma em casa onde nos conhecemos, e ela aceitou e veio pra minha casa, já com a intenção de ficarmos, pois havíamos conversado por mensagem. O reencontro foi algo muito especial pra mim, algo que eu não consigo explicar. Ela passava quase a semana em casa, e quando ia pra casa dela trocava-mos mensagem do amanhecer ao anoitecer, eu achava me sentia muito pressionado mas sentia que ela precisava disso pois ela havia mencionado que também tinha parado de usar drogas que ocasionaram em crises de Pânico ou ansiedade não sabemos ao certo pois ela não quis ir ao médico saber sobre. Ela vinha tendo crises com certa frequência e eu sempre ajudei como pude, quando estava longe eu tentava distrair-la, quando perto abraçava, conversava, contava algo engraçado até passar tudo. Com um mês pedi ela em namoro durante uma festa que fazíamos em casa, ela aceitou, ficou emocionada ao meu ver, pois havia relatado que ninguém nunca tinha feito aquilo com ela, pusemos as alianças e comemoramos aquele dia. Ela passava muito tempo em casa e eu e meu irmão estávamos desempregados no momento, logo conversamos que ela vinha um dia da semana pra casa e nos fins de semana pra não pesar pra ninguém como havia combinado com meu irmão, conversei com ela e foi sem problema mas sempre ela inventava algo como está tarde ou vai chover ou que se sentia bem em casa comigo, pois o pessoal de casa sempre gostou dela e tratou ela super bem, entao eu ficava sem jeito de pedir pra ela ir pra casa dela. Mas sempre expliquei pra ela que quando eu pudesse eu traria ela pra morar comigo aqui, ela sempre ajudou como podia, não tinha dinheiro pois não trabalhava e eu ainda estava sem serviço pois nosso negócio estava parado por conta da troca de estação. Passando algum tempo realizamos a venda de um imóvel rural, recebi um bom valor da minha parte e sempre combinamos que quando o negócio voltasse a rodar iríamos trabalhar pra fazer esse dinheiro render então decidi pegar o resto das coisas dela , até isso acontecer aproveitamos muito, bebemos muito e curtimos muito, sempre comprei coisas pra comer sem necessidade, porém comprei muita coisa necessária também como roupas pra nós dois, comprei maquiagem pra ela, escova progressiva pro cabelo, trocamos de celular, comemoramos aniversário fomos em festas antes dessa pandemia é claro, aos pouco vi ela ficar cada vez mais linda de que quando a conheci. No caminho dessa curtição sempre reparei nas atitudes dela comigo, principalmente quando bebia ela me desagradava com certas atitudes, eu ficava extremamente magoado com aquilo e sempre me abri com ela e expliquei que aquilo me magoava muito. Coisas como, você tá parecendo meu ex, amigos que dava em cima dela eram melhores que eu, ou em certa conversa expliquei pra ela que ela me devia respeito, pois sempre respeitei ela e fiz o que ela queria, ela nunca teve quem fizesse essas coisas por ela, então eu fiz tudo na melhor intenção e felicidade por fazer ela feliz, ela me disse que não tinha por que me respeitar. Nós não éramos mais namorado, ela já estava morando comigo há mais de 4 meses, éramos praticamente marido e mulher, claro que tinha que ter respeito um pelo outro poxa. Sempre tivemos biometria do celular um do outro como sinal de confiança mas nunca olhei seu celular, uma vez ou outra só quando queria saber oque tanto fazia ali, e ela fazia também quando eu dormia eu acho, pois não via ela mexendo, até aí normal, apesar dos apesares sempre nos demos muito bem e eu achava que éramos felizes. Mas de nesses últimos 2 meses, reparei que ela já não se divertia muito diretamente comigo, só quando não tinha mais ninguém mesmo, se tivesse algum parente dela ou meu bebendo com a gente ela era totalmente radiante e feliz. Se eu for parar pra contar tudo que eu reparei com certeza vai ficar muito maior esse texto.. Continuando, mais precisamente a umas 3 semanas fomos a um aniversário do cunhado dela que eu sempre vou considerar como se fosse da minha família, inclusive sou muito grato a ela por ter conhecido ele e também a minha cunhada que é namorada dele e irmã da D. Enfim fomos a festa e chegando lá estava a família do aniversariante a mãe e os irmãos que eu conhecia aliás, tem um deles especificamente denominado J. Que ela sempre me falou mal, dizia que quando ele estava com a namorada ele era c..são e dava ânsia cada vez que ouvia o nome dele, porem recentemente a parceira dele largou dele e foi embora do estado. Até aí tudo bem, ele foi super simpático comigo, porém notei ela muito simpática com ele. Naquela noite fiquei assando carne na garagem em baixo onde se encontrava a maioria do pessoal, e ela distante de mim, direto lá em cima conversando com os irmãos do cunhado e nada de me dar atenção, percebi mas nem falei nada pra não ficar um clima chato na festa e nem começar uma briga com ela. Festa acabando chamei ela pra ir embora que a irmã dela ia levar a gente, ela estava jogando futebol no game com os irmãos do cunhado dela, e não me deu ouvidos direito, disse que estava vendo alguém jogar, eu falei vamo que o carro tá ligado já, ela disse que já ia, desci e falei pra irmã dela chamar que ela não queria vir, a irmã subiu, logo ela desceu, ao sair do portão torceu o pé, estava bem embriagada, todos estávamos, durante o caminho veio dormindo e chegou em casa subiu as escada deitou na nossa cama e logo adormeceu. No domingo ela acordou com o pé super inchado me chamou e eu perguntei se ela queria ir ao hospital ela disse que não, depois disso no meio do dia meu sogro liga pra ela perguntando se não queria ir na casa dele, disse que era melhor não ir por casa do pé, ela não gostou então fomos mesmo assim, bebemos rimos muito aquele dia, tudo normal, chegando em casa cuidei dela devido a pé e ficamos de boa, estava tudo normal aparentemente, na segunda ela ficou o dia inteiro no quarto devido ao pé inchado, na terça disse que iria na irmã dela e que a mãe ia lá e queria passar o dia lá, normal pra mim, antes de sair meu irmão havia pedido pra ela separar algumas peças que foram vendidas, ela disse que faria assim que chegasse. Na sexta feira antes disso meu avô havia sofrido uma queda e bateu a cabeça forte, no sábado do aniversário ele havia passado mal da pressão e ido ao hospital, desde então eu já estava aflito com essa situação e ela nem pra perceber, foi mesmo assim pra casa da irmã, no meio do dia me manda uma mensagem dizendo que o pé inchou, perguntei pra onde tinha andado ela disse que tinha ido ao mercado de apé, já fiquei meio irritado, pois há algum tempo ela já não ajudava nas tarefas de casa direito, coisa que sempre fiz independente de estar trabalhando ou não, paras as obrigações fazia corpo mole, pra se divertir era a primeira a agitar, blz. Me mandou uma foto do pé inchado, logo em seguida falei "quero ver essa disposição aqui em casa" e mandei uma palminha sobre a foto. Meu avô havia ido ao médico e eu estava extremamente preocupado. Não conversamos o resto do dia, mais ao anoitecer ela chega em casa me dizendo que tinha que voltar lá na irmã pra cortar a franja, só olhei e não respondi, por tamanha indignação com as preocupações minhas comparadas com as dela, que já não se importava muito com o que eu sentia e afins. Depois daquele dia ela se fechou e não saia do quarto nem pra comer, e direto eu vinha ver como ela estava, quando ela não estava vendo algo no celular estava jogando com o J. quem ela sempre falou mal, e estava rindo com o cara, toda hora conversando, e comigo nada de conversa, ia dormir tarde conversando no wpp e jogando, rindo com os outros e eu nada, fui ficando extremamente magoado e nervoso com isso tudo, cheguei a ter batedeira e tremedeira de nervoso, sensação de desmaio, fraqueza, decidi então ocupar a cabeça com serviço, enquanto ela ficava no quarto isolada falando só com quem ela queria eu me distraia com outras coisas. Na sexta feira resolvi puxar assunto com ela no wpp, já que ela não saia de lá, logo ela me respondeu e conversamos, disse a ela que não dava pra continuar desse jeito e ela concordou, eu também disse que desconfiava que havia algo errado ( mais uma coisa de intuição ou pressentimento não sei explicar) , ela me disse que eu tava viajando já, um pouco também é pelo fato de ela colocar o celular debaixo do travesseiro antes de dormir, coisa que nunca aconteceu e eu achei estranho mas nem falei sobre isso, durante a conversa me disse que tinha uma bagunça dentro dela que a vida dela era um caos e não queria me envolver nisso tudo, que cansou de fingir que tava bem e precisava pensar na vida, que tinha que ficar um tempo sozinha pra ver oque ela tava fazendo da vida dela????? Como assim? Depois de tudo que passamos que "conquistamos" , tudo que curtiu , dizia que me amava e eu também dizia, aliás ainda amo, cadê aquele amor todo que tinha me dito que tinha? Que nunca me esqueceu? Que eu era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dela? Que eu era o homem que ela pediu pra Deus? Que eu ninguém tratou ela como eu tratei? Passou mais um dia, enfim logo ela mudou de assunto e desceu ajudar minha cunhada com umas coisas de casa, foi até mim, disse que me amava, me deu um beijo, e disse que havia melhorado um pouco, mais a tarde eu ainda trabalhando perguntei a ela, e aí tá de boa? Ela me respondeu.. Sinceramente não tô não.. Disse a ela que a hora que eu subisse conversaria Ela perguntou se podia chorar, pois estava com uma vontade gritante fazia tempo Disse que sim, que as vezes tudo que precisa é desabafar e fazer isso mesmo Eu subi, cheguei no quarto e liguei a TV e coloquei algo pra tocar num volume mais ou menos, abracei ela bem forte deitado na cama, e senti ela chorando bem baixinho pra não perceber, ali eu me senti muito mal mas muito mesmo, porém a gente havia conversado e ela me disse que não foi nada que eu tivesse feito ou falado pra ela, do contrário, era coisa dela e ela não queria me envolver, enfim ela terminou de chorar veio até mim e nos beijamos intensamente, sentou no meu colo e continuou me beijando, cheguei a pensar que transariamos. Ela saiu de cima e estávamos conversando sobre nada específico que envolvesse nossos sentimentos, ela me perguntou se eu tinha entrado no jogo que sempre jogamos juntos pra coletar recompensas eu disse que não e pedi pra ela pegar meu celular pra eu poder fazer isso, entrei lá e logo o J. estava online e me chamou pra jogar, joguei com ele na boa pq já tinha combinado, e perguntei a ela se ela queria jogar, sem hesitar ela entrou com a gente, jogamos até altas horas e foi bem divertido. No dia seguinte estávamos conversando normal e tudo até que um amigo em comum avisou que teria um churrasco de aniversário na casa dele a noite e teria chamado também a irmã dela e o cunhado, logo encaminhei pra ela e ela disse que tinha combinado almoço na casa da mãe do cunhado dela onde reside o J., falei mais eu nem sabia que se tinha combinado isso, e outra dava pra ficar pra outro dia, já percebi que ela não gostou e parou de falar comigo, subi no quarto pra trazer comida pra ela pois ela não havia saído do quarto, cheguei ainda amoroso e disse comprei algo pra você comer, ela disse que não tava com fome e não olhou na minha cara, pensei poxa denovo isso..algum tempo depois entrei no quarto ela rindo e jogando denovo com o mesmo cara, enquanto eu resolvia as coisas pro aniversário e trabalhava. Pouco antes de me arrumar entrei no quarto a mesma situação, não me senti mal exatamente por ela estar jogando e rindo com ele, fiquei meio chateado por que ela me ignorava. Enfim varou a tarde jogando e tive que pedir pra ela se arrumar se não nós atrasariamos, fez cara e se arrumou, e seguiu seca e meio calada igual a semana inteira, fomos para a festa.. Chegando lá se divertiu e tirou foto com todo mundo menos comigo..depois de um tempo ela me disse que estava passando mal e queria ir embora, trouxe ela em casa que é perto e pedi pra ela comer algo quando chegasse pra não acordar passando mal com dor de cabeça Ali eu tomei a decisão de fazer como se fosse um dia em que eu pudesse extravasar, Bebi como se não houvesse o amanhã, fui até 10 horas da manhã bebendo.. chorei muito desabafei muito com a minha cunhada que sempre foi parceira e amiga em tudo, inclusive da D. Subi e descansei, não vi ela acordar e quando acordei ela estava no banheiro, desci e continuei bebendo e pensando em tudo. Fiquei o dia sem inteiro sem entrar no quarto..quando entro me deparo com ela mais uma vez jogando e rindo com o cara, depois disso comecei a tremer e sentir batedeira denovo. Conversei com alguém e fui tomar um banho pra acalmar. Funcionou, entrei no quarto e acho quel ela percebeu que eu saí nervoso logo ela saiu do jogo. Na segunda feira ela ia repetir o mesmo esquema da semana passada e ia me ignorar..passei o dia inteiro pensado sobre o que fazer e como fazer e decidi subir pra conversar. Cheguei no quarto ela estava com a toalha ao lado..perguntei se ela iria se banhar ela seca me disse "vou"... Disse que a hora que ela voltasse precisaríamos conversar.. Ela voltou do banho e sentou na cama e disse.. Vai solta a letra.. Já rebati..é assim mesmo que você fala? Tem certeza que quer começar uma conversa assim? Ela disse não,, foi mal diz aí oque se quer Perguntei eai? As coisas vai ficar assim mesmo? Se não quer falar comigo, só ri e conversa normal com os outros? Ela disse eu não tô falando com ninguém 🙄 Já parei a conversa e falei ... Ó assim não dá nao...faz um favor e só arruma outro lugar pra você ficar e pode ir embora.. Sem hesitar ela disse hoje mesmo eu faço isso! Me doeu muito ter que dizer aquilo.. Mas para ela foi como se já tivesse esperando.. Então me dirigi a porta e disse, me faz um último favor? Ela disse hum? Falei.. Isso que você fez comigo, não faz com o próximo não.. é feio e é muito errado... Ela balançou a cabeça e disse... Tá bom Desci e fiquei inquieto lá em baixo, minha vontade era subir e falar tudo que estava e estou sentindo agora.. Ela me pediu pra ajudar a encontrar as chaves da sua casa, subi e quando abri a porta ela estava sentada chorando muito...aquilo me partiu o coração, mesmo assim encontrei as chaves e entreguei a ela.. Sentei ao lado dela quieto e esperei pela carona dela.. Pouco antes de ir me pediu um abraço. Nós abraçamos e nos beijamos uma última vez e enfim ela foi embora.. No dia seguinte atualizou seu status pra solteira nas redes sociais e posta indiretas como coisas do tipo a dar entender que já está em outra e isso tem me magoado profundamente.. Eu tenho tanto ainda pra falar..mas estou digitando faz horas.. Fica aqui um desabafo +
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2020.07.27 04:02 Enigma_Machine1 Odeio gatos

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que, por mais que eu odeie/não me sinta confortável perto de gatos, eu jamais prejudicaria eles fisicamente, mesmo tendo muito vontade (erroneamente, claro - talvez vocês "entendam com o meu relato). Não é disso que o desabafo se trata.
Esse é um relato meio longo.
Eu nunca convivi com gatos. Sempre cresci com cachorros em casa, tive um que me acompanhou desde a época da escola até terminar a faculdade. Amei muito ele, hoje tenho outro, um resgatado, que amo muito. Sempre amei cães, passei mais anos da minha vida com cães do que sem.
Por ter rinite alérgia, eu nunca cogitei ter um gato. E, antes de conviver com eles, eu não sabia dessa minha apatia gigante por eles. Esteticamente, até acho alguns fofos etc, mas também nada demais, longe dessa "loucura" que algumas pessoas sentem por eles.
Passei a ter um convívio maior com gatos através de uma das minhas primeiras namoradas. Ela tinha 3 gatos. Eu era bem novo, ela morava em uma kitnet, então 3 gatos já era bastante coisa. No geral eles até que eram comportados, mas lembro que acabaram estragando algumas coisas minhas (mochilas principalmente) e isso me irritava muito. Sem contar a rinite, que me deixava ainda mais irritado, mas na época eu pensava que era por estar um cômodo de uns 25m2 no máximo, sem ventilação adequada.
Eu namorei pouco menos de 3 anos com ela e foi durante esse período que a minha irritação com gatos aumentou. Uma das gatas SEMPRE dava o jeito de fugir do apartamento dela pro corredor e pro jardim que tinha no prédio. Minha ex me ligava e eu tinha que ir correndo ajudar ela a pegar a gata que, eu não entendo, morria de medo quando saía da casa (pra quê sair então, né, porra?), então era foda pegar ela, se enfiava em cada canto filha da puta de alcançar.
Os outros gatos eram um pouco mais de boa, mas a quantidade de pelos que deixavam pelo apartamento dela era um absurdo. Nem passando aspirador 2x por dia parecia que fazia alguma diferença. Minha ex não ligava, mas me incomodava ver eles estragando todos os móveis que ela tinha. Era o box da cama todo arrebentado (mesmo eles tendo arranhador), não podia ter uma única peça de decoração sobre uma mesa ou estante pois sempre derrubavam e quebravam, tinha que deixar a tampa da privada sempre abaixada pois eles davam um jeito de subir nela e não conseguir sair (burros). Até na cozinha, eu queria preparar algo pra comer e tinha pelo em tudo, mesmo se a gente limpasse.
Eu não diria que minha ex dava liberdade total para os gatos, na verdade ela sempre foi pé no chão com isso, várias vezes se irritava com a encheção de saco deles também (pra dormir principalmente - como era uma kitnet, não dava pra deixar em um cômodo separado, então era 3 da manhã e vinham encher o saco pedindo ração sendo que a porra do pote tava 90% cheio).
Enfim, terminei com ela mas o ranço pelos gatos ficou. Depois disso só tive namoradas que tinha cachorros ou então nenhum pet. Avancemos alguns anos para os dias de hoje.
Estou namorando há quase dois anos, já tenho planos de morar junto com a minha namorada, nos amamos muito e nos damos super bem. Além da parte romântica, temos um companheirismo e uma amizade muito boa, sempre apoiamos um o outro. Claro que já tivemos brigas, eu tenho os meus problemas e ela os dela, mas nada que não conseguimos superar na base da conversa. O único problema é que ela tem 6 gatos.
Recentemente, passei uns 20 dias quarentenado no apartamento dela. Está longe de ser uma kitnet, mas pra 6 gatos eu considero um lugar pequeno.
Eu tive, é claro, todos os problemas com minha rinite, mesmo tomando remédios de 8 em 8 horas pra aliviar. Se os três gatos dessa minha ex davam trabalho, o dobro deles é muito, muito pior pra mim.
Gente, nesses 20 dias eu vi cada coisa que me irritou pra além do limite. Obviamente que não demonstrei isso, mesmo ela tendo plena noção que pra mim bicho é bicho, humano é humano (eu não mimo meus bichos, trato meu cachorro super bem, mas longe de mimar com coisas que acho frescura, tipo dar banho dia sim dia não, fazer comer só T bone australiano ao molho de ervas finas, essas merdas - ele come ração, petiscos e de vez em quando frutas, só). Eu estava na casa dela, regras dela. Só que por amar tanto gatos, e mimar eles, na minha opinião, ela dá carta branca pra eles fazerem o que quiserem, sem consequência nenhuma (nunca dá bronca, não impõe limites).
Somente durante esse período: um dos gatos resolveu afiar as unhas no meu tênis novo (só não estragou pois percebi logo nos primeiros dias e depois escondi - mas encheram eles de pelos em algumas horas, eu não sei como); um outro escolheu a mochila velha da minha namorada pra vomitar bem em cima, cheia de coisa dentro. E não foi pouco. Outro gato afiou as unhas na mochila novinha dela e já arranhou uma parte dela. Tinha literalmente acabado de chegar, ela só colocou no sofá por um instante pra arrumar outras coisas e foram lá estragar.Um outro gato você não pode nem se mexer que ele se assusta, sai correndo e derruba tudo o que vê pela frente.
Eu levei meu notebook pra poder trabalhar. Deixava ele guardado quando não usava, claro, mas enquanto trabalhava, faziam questão de ficar se esfregando nele, enchendo de pelo, queriam subir na porra do teclado toda hora, tiraram ele da tomada umas 3x enquanto carregava e um dia desligaram ele no meio de um trabalho (eu estava distraído e deixei o note uns minutos de lado).
De noite era outro pesadelo. Obviamente eu não deixava nem conseguiria dormir com a porta da suíte aberta, com os gatos circulando, pois a minha rinite simplesmente me mataria. Mas é só fechar a porra da porta que começam a raspar aquela merda. Era a madrugada inteira assim, sem contar aquele miado irritante pra caralho, incessante. Puta que pariu, eu juro que me dava vontade de abrir a porta e dar um chutaço no gato no calor do momento. Claro que não fiz isso, mas a vontade realmente existiu. Pior que nem assim acho que adiantaria. E sim, já tentamos de tudo. Aqueles produtos que supostamente repelem os gatos com cheiros ruins, arranhador, tudo - só não tentei adestrar pois não moro lá e, tirando a exceção da pandemia, eu só fico no apto dela aos finais de semana, ou então ela fica no meu, enão meu convívio com os gatos nunca passou de umas 48h, o que era suportável e não exigiria adestramento. Sem contar que acho que nunca vi na vida um gato que obedece o dono.
De manhã era sempre a mesma merda. Algum gato sempre deixava um vômito de presente em algum lugar da casa. No sofá, na cozinha, em cima da mesa. Parece que escolhem sempre o pior lugar possível pra isso.
Nem preciso falar como são os móveis da casa, não? Zero decoração pois derrubam tudo. Sofás arrebentados. Toda hora pegavam coisa do varal e derrubavam. Mesma coisa com toalhas nos boxes dos banheiros. Eu tinha que me preocupar com meu note toda hora, as vezes queria só pegar algo na cozinha e tinha que esconder ele só pra não pegarem.
"Pote de comida está semi-cheio, tendo ração pra caralho? Vou derrubar ele e espalhar ração pela casa pq quero ver ele cheio sempre. A caixinha de areia tem UM cocô? Vou ficar miando o dia inteiro até alguém limpar isso, pra depois eu sair andando e não fazer as minhas necessidades. Quer ir tomar banho? Vou entrar no banheiro com você, mas no mesmo segundo que você ligar o chuveiro, vou ficar enchendo o saco pra sair. Quer dormir? Vou ficar miando na porra da porta. Quer almoçar? Vou subir na mesa e ficar te batendo com a pata pra me dar comida, pra quando você oferecer, recusar, sair da mesa, voltar em 2min e pedir comida de novo. Abriu o armário pra pegar algo? Vou entrar aqui sem você ver, deixar que feche a porta, depois vou ficar miando e, quando perceber que ninguém vai me ajudar, vou começar a ficar com medo e tirar todas as roupas do cabide. Me pegou no colo pq tô faznendo merda? Vou te arranhar e morder pra caralho (unhas cortadas, pelo menos isso). Tá concentrado vendo TV/jogando/mexendo no pc? Foda-se, vou ficar na frente da tela e se me tirar eu entro na frente de novo. Tá de boas na cama/sofá? Vou pular em cima de você do nada ou te usar como apoio pra pular em alguma outra coisa, foda-se se te assustar."
E acho que o que mais irrita é que, nem mesmo com a minha namorada, eles parecem ligar. O máximo de afeto que eles dão é sentar no seu colo, e mesmo assim tenho as minhas dúvidas se isso é uma demonstração de afeto mesmo.
Eu não sei se é o número de gatos que me deixa puto, ou se eu suportaria se fosse apenas um. Mas na real, eu não consigo gostar desses bichos. Pra mim são seres filhas da puta, egoístas, burros (não aprendem/não querem aprender nada no sentido de adestramento), nem um pouco carinhosos, estragam absolutamente tudo o que você coloca pela frente, ou seja, você vive em função deles e não tem nada em troca, pelo contrário, só despesas. Na minha opinião, viver com gatos é viver em uma prisão onde você precisa satisfazer a necessidade deles 24h por dia.
A minha única tática que funcionou durante esses dias foi a seguinte: spray d'água e espírito de porco. Se eu via algum deles fazendo merda, já corria com o spray e borrifava na cara deles. Isso me dava uns minutos de sossego, pois eles se assustavam e ficavam num canto sem encher o saco. Tem dois gatos que eram os mais folgados (80% do que comentei foi obra só deles). O que eu fiz? Enchi mais o saco deles do que eles o meu. Pegava eles no colo a cada 2 min - coisa que eles odeiam - e ficava um tempo com eles assim, até começarem a miar que estavam irritados. Eu soltava, esperava eles se aconchegarem e pegava eles de novo. No final desses 20 dias, era suficiente eles me verem pra saírem do meu caminho. Se faziam merda, eu simplesmente aparecia na frente deles e eles saiam correndo. Fiquei satisfeito pois sei que consegui controlar um pouco eles sem violência nenhuma (o que é algo deplorável e eu jamais faria, mesmo o meu ódio por eles "pedindo" isso - eu não teria coragem).
Eu só penso que, a bem da verdade, nem isso seria o suficiente pra mim a longo prazo. Eu tive que entrar em um estado de alerta 24h por dia pra borrifar o spray/encher o saco deles e eu não conseguiria viver assim por muito tempo. Meu asco por gatos é tão grande que é só ouvir algum miado que já fico irritado.
Eu imagino que a maioria aqui vai falar que não é bem assim, que nem todo gato é assim. Pode até ser, mas todos os que conheci são esses infernos na terra. Todo amigo meu que tem gato tem alguma história do tipo. De quebrar coisas caras, de machucar pessoas, sem contar que gatos são extremamente nocivos ao meio ambiente, o que eles matam de pássaros e outros animais não é brincadeira.
Sei que cães também podem fazer coisas assim, mas cara, nem mesmo o cachorro mais "destruidor" que tive chegou nesse nível. O máximo que ele fazia era mijar em lugar errado e latir quando eu ia comer.
Enfim, fica aqui o meu desabafo. Deve estar meio desconexo pois escrevi no calor do momento, conforme ia lembrando das merdas que eles fizeram. Me sinto meio peixe fora d'água postando em um site que idolatra gatos, o reddit, mas está aí.
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2020.07.24 19:45 TheGoldenMorn Me sinto um peso morto e procrastinação me consome

Já acompanhava esse sub faz um tempo, mas decidi colocar pra fora depois de ver uma situação parecida com a minha aqui. Bom, basicamente eu me sinto um 0 a esquerda em quase todos os aspectos da minha vida. Vou tentar resumir a história, apesar de ser longa, pra depois falar de situações mais específicas em que vivi.
Desde que me entendo por gente, fui um procrastinador. E a única coisa que me fazia não procrastinar eram crises de pânico que me causavam noites de insônia, ansiedade, perda de apetite e todo o pacote de crises desse tipo, geralmente tudo isso acontecia na escola. No término do 3º ano do EM, aprovação do vestibular e entrada na faculdade passei a ter crises surrealmente fortes, passei por tratamento psiquiátrico e psicológico, comecei a tomar medicação. Bom, eu me senti melhor, de verdade. Parei de ter crises de pânico, parei de ter noites de insônia, conseguia me manter mais calmo. Mas, a procrastinação continuou. E isso foi me afetando de outras maneiras. Eu tinha uma namorada desde o Ensino Médio, no final da faculdade ela me deixou quando conseguiu avançar na carreira. Não a julgo, quero dizer até julgo um pouco, mas eu não estava construindo nada. A procrastinação agora agia sem um freio. Antes, regulada pela ansiedade, eu parecia combater um monstro com outro, agora eu simplesmente pareço não conseguir controlá-la. E isso me atinge demais. Bom, após isso tudo, comecei um outro relacionamento e minha vida continuava indo de mal a pior: briguei feio com meu pai, fiquei expulso de casa umas semanas, até capotei o carro e dei PT (um dos motivos pra briga com meu pai). Pra fechar com chave de ouro, minha namorada engravidou. Eu sempre quis ter filho, sempre me vi como um pai, sempre amei crianças, mas o timing foi o pior possível. Minha família me apoiou muito, eu e meu pai fizemos as pazes, a família da minha namorada também, na medida do possível (e eu entendo o lado deles, afinal eu era basicamente um cara que vivia de bicos que engravidou a filha deles num relacionamento recente).

Passado o susto, comecei a estudar pra concurso já que minha área de formação não tinha perspectiva a curto prazo e a procrastinação me consumia diariamente. Tentei elaborar estratégias, mas sempre fugia das obrigações. Tentei fazer o amor pelo meu filho me motivar e me motivou, mas não o suficiente para que eu conseguisse a aprovação. Minha namorada e eu começamos a morar juntos e passamos a brigar MUITO. Meu filho nasceu e eu nunca amei tanto uma pessoa na vida. Foi o momento mais sublime que eu poderia esperar receber como um ser humano. Inspirado nisso, comecei um emprego intermitente horrível que me pagava muito menos que um salário mínimo e ainda me fazia levar bastante trabalho pra casa. Saí depois de um ano quando começaram a atrasar os salários. Foquei num concurso e passei muito bem, mas exigia teste físico e eu estava bem acima do peso (princípio de obesidade). Meus pais se ofereceram pra pagar um personal trainer, mas era caro e tentei fazer exercício na academia. Não consegui bons resultados, comecei a ter crise de ansiedade e aceitei o personal. O personal disse que eu estava muito em cima da hora pra começar com ele, mas podíamos tentar. Comecei a ter dores, tonturas e fisgadas o suficiente pro personal dizer que não daria, que eu poderia ter um infarto ou algo do tipo se continuasse nesse ritmo. Nisso, a mãe do meu filho me deixou. Vivemos com guarda compartilhada e, apesar de ver meu filho sofrendo muito de saudade de mim ou dela, sei que está melhor assim. A relação se tornou mais sadia, muito mais. Continuei tentando focar pra concurso, QUASE passei em um muito bom aqui na minha cidade, mas não consegui. Depois disso, veio a pandemia. Não tenho concurso pra fazer, não tenho bicos pra arrumar dinheiro, basicamente recebi o auxílio emergencial e tô tentando recuperar meu fôlego diário pra estudar. Eu amo ser pai do meu filho, participo de tudo o que posso na vida dele, me sinto uma pessoa útil e boa quando tô com ele. Eu sei que minha família se esforça muito por mim, por me sustentar, me ajudar a sustentar meu filho. Mas, ainda assim, não consigo me focar pra estudar ou arrumar um emprego. Eu não entendo, sabe. AHHHHH...

Tirando essa timeline, aqui vai alguns desabafos: Eu desenvolvi depressão nos últimos anos, acho que dá pra ver pelo meu texto. Tinha deixado de ir pra psicólogos desde 2014 e voltei recentemente, antes de terminar com a mãe do meu filho. Passei a tentar combater meus problemas mais ativamente como a psicóloga aconselhou, coisas como: tinha problemas de auto-estima por conta do peso, ficava muito tempo parado em casa, me comparava demais com outros, então desde que "quase" passei no último concurso, sabendo que poderia ter uma recaída na bad, foquei em exercícios físicos, uma vida mais saudável e dieta. Consegui perder 8kg. Corria/caminhava 6km quase todo dia. Veio a pandemia, perdi a psicóloga (o plano não adaptou pra consulta online), parei de correr fora de casa, tentei adaptar pra me exercitar em casa mesmo, mas não era a mesma coisa. Não tinha mais concursos pra estudar, não tinha mais pessoas pra interagir. Eu moro numa cidade que a pandemia está começando a "cair" depois de ter atingido o pico, então meus pais começaram a chamar pra fazer exercícios aqui na rua de casa mesmo, sem muito movimento. Tô tentando voltar a estudar pra concurso, mesmo sem perspectiva de reabertura. E, não sei, eu queria fazer diferente. Já são 27 anos da minha vida comigo sentindo isso. Queria saber como combater. Eu quero poder sustentar meu filho, ter independência financeira... Minha família é classe média, mas sempre vivemos apertados. Mesmo assim, eles sempre tentaram me ajudar, mesmo eu sendo uma pessoa complicada. Sei lá, eu sinto como se tivesse algo de errado comigo, como se eu fosse o mais próximo de "amaldiçoado" geneticamente.

Sabe quando capotei o carro? Cara, eu não tinha bebido, eu não dormi no volante, eu não estava distraído, eu não estava dirigindo rápido, eu estava simplesmente andando a 60km/h numa reta, meu pneu estourou, eu senti um solavanco, tentei frear, o carro girou na pista e eu capotei algumas vezes. Saí incólume, só com um arranhão num braço, mas sem entender absolutamente nada e com o carro dando perda total. Virou até uma piada interna da família porque ninguém acredita veementemente na minha versão. Recentemente, comecei a me relacionar pela internet com uma garota e no começo, como toda relação costuma ser, foi incrível, mas agora já sinto o peso de tudo isso que vivi novamente. Ela é muito bem de vida, o pai dela é bem rico e, mesmo eu sempre deixando claro das minhas condições financeiras e ela procurando ser compreensiva, eu sei que uma hora isso vai pesar na relação. Sempre pesa. Sei disso porque já me aconteceu duas vezes. Não é interessante ser alguém fracassado na vida. Ainda mais sendo homem (e isso eu não digo falando que homem sofre mais, estou querendo dizer que até nisso o machismo atinge os homens quando você é visto como sendo "sutentando" pela companheira). Ainda mais sendo pai.

Eu nem falei tudo que queria, mas vou parar agora porque o texto tá surrealmente grande. Sei lá, na minha cabeça ter narrado essa timeline bagunçada pareceu importante. Peço perdão por isso. Agradeço só de alguém ler. Alguém aí já conseguiu combater esse mal que me assola? Força a todos.
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2020.06.30 18:16 marvinpls achava que ter ranço de sogra era só meme

pois descobri que odeio a minha, AQUELA FILHA DA PUTA.
Aconteceu agora pouco mesmo. Estava sendo um dia feliz, apresentei meu TCC hoje e compartilhei esse momento único com a minha namorada. Foi super cedo e não tinha como chamar convidados de última hora, então liguei pra ela pra conversar sobre ideias diversas após a apresentação.
Fizemos mais ou menos 1hr e meia de call que, como qualquer casal feliz um com o outro, passara tão rápido quanto 10 minutos de conversa.
Ela trabalha bastante e não tem dinheiro pra quase nada. Parte do salário dela é pra pagar conta de casa ou as próprias contas dela, que são de necessidades mesmo. Se ela gasta 10 reais que só sobrou no mês, provavelmente é uma grana que vai fazer falta no próximo, e isso me deixa muito triste pois eu mesmo não consigo ajudar as vezes pq tb tô desempregado.
Ontem ela esqueceu o carregador do cel dela no job e precisaria ir hoje de manhã buscar pra conseguir trabalhar (ela dá aula de inglês online, as vezes presencial pois em casa a internet é instável) e parece que simplesmente a manhã legal que tivemos foi pro ralo quando a mãe dela começou a xingar e gritar com ela simplesmente por ela ter que ir no trabalho buscar o carregador. Fiquem com o diálogo exato de como começou:
(rola mais um pouco de gritaria)
e ela desligou a chamada.
Eu namoro essa menina tem 4 anos, isso aconteceu várias vezes na verdade. É bastante complexos pois, a mãe dela claramente tem problemas psicológicos. Não somente, mas o pai também, e ela meio que vive nesse inferno tentando agradar os dois e pagando as contas, mas não parece que há um mínimo de carinho recíproco. Ela tem uma situação muito difícil e os pais trabalham numa praça da cidade vendendo algumas coisinhas, mas devido ao corona, as vendas tão muito baixas.
Ela quer mudar de vida, eu quero mudar com ela também. Temos um sonho de morar junto o mais rápido possível pra nos livrarmos desse problema. Obviamente não é largar os pais, mas pelo menos manter distância desse comportamento tóxico que deixa ela cada vez mais pra baixo, e já afetou muitas áreas da vida dela e até mesmo no nosso relacionamento.
Enfim. SOGRA FILHA DA PUTA. Que ÓDIO. Isso sem falar o descaso dela com a filha. Eu e minha namorada juntamos nossos ingressos de cinema desde que nos conhecemos, é nosso "tesouro pessoal", e cês acreditam que a mulher já jogou "por engano" fora? Ela se arrependeu e catou do lixo depois... mas pra vcs verem que ela não tem respeito nenhum com mexer e remexer o quarto dela como bem entende, além de querer mandar em tudo, arrumar problema com qlqr coisa... Teve um dia que eu escutei 5m de gritaria pq minha namorada havia deixado a janela do banheiro aberta... Não era nem janela da sala que sei lá, poderia entrar mosquito (?) Era a porra da janela do BANHEIRO.
Minha mina é muito dedicada no que faz, cês tinham que ver ela dando aula pros pirralhinho online. Uma das melhores professoras que já vi sem enviesamento. Ela inclusive já foi orientada à diminuir a qualidade das aulas delas pois de acordo com a coordenação, "não precisava visto que você trabalha muito e precisa tá sempre fazendo muitas aulas, é melhor diminuir a qualidade dos slides/aula e passar algumas revisões pra que renda mais conteúdo". Infelizmente parece ser um fardo que vamos carregar por um tempo ainda, pois sem muitas previsões certas de sair de casa ainda.
Ah, ela tá com ideia de fazer aula particular, mas tem sido foda arrumar aluno. Ela já trabalha pra 2 curso de inglês mas pagam tão bem quanto 1 pastel e 1 caldo de cana.
Enfim, é isso.
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2020.06.20 14:30 Lilicalica Homens quando querem namorar, ainda saem com algumas mulheres só pra sexo?

Se você é homem e quer arrumar uma namorada, mesmo assim continua saindo com algumas meninas só pra transar ou levam elas em consideração como uma possível parceira? Como vocês selecionam isso?
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2020.06.13 03:55 SrtaAnonymouns Amizade, Drogas e Confusões - Eu sou a babaca?

Olá Luba e todo mundo que vai ler está história
Vou tentar encurtar um pouco a história pra não ficar tão grande.
Não sei se essa história vai ser escolhida, mas se for, essas duas ''amigas'' minhas vão vê-la. Enfim, tudo começou em 9/19 de junho de 2016, eu havia acabado de me mudar para minha primeira casa depois que eu, minha mãe e minhas irmãs fomos embora da roça. Houve complicações com meu pai e minha mãe na época. Eu não estava estudando porque estava esperando minha mãe me matricular numa escola depois da Ponte Amarela, no bairro Oficinas Velhas.
No meu primeiro dia de aula, conheci algumas pessoas que ainda falo quando as vejo, e outras, que perdi contato ou que apenas quero distância. Naquela escola eu conheci duas garotas, vou chamar uma de Dyah O´Brien, e outra de Unicórnia Suprema. Nessa época, eu estava na 3 ano. Fiz amizade com a Dyah O'Obrien, a outra ainda não havia chegado naquela escola, nem nos conhecer conhecia. Eu não falava muito com a Dyan, mas ainda assim éramos amigas.
No 4 ano (2017), a Unicórnia Suprema já havia chegado na escola. Eu não fui com a cara dela no começo. Pois como eu me achava muito inteligente, não queria outra garota inteligente na mesma sala que eu. No primeiro dia de aula que ela veio, ela lia os textos com a voz firme e em um bom tom, não errava uma palavra. A Dyah fez amizade com ela. Até que depois de alguns dias eu também fiz o mesmo. Pra mim a Unicórnia era como uma irmã. No 5 ano (2018), no primeiro dia de aula, eu conheci uma outra amiga minha. Essa eu vou chamar pelo nome dela, um nome maravilhosamente que sempre me conforta quando eu fico triste, Layla. Ou L.Burke, como eu e ela demos um novo nome quando eu quis escrever meu livro, e por ela como minha sócia.
Bom, no 5 ano eu conheci a Layla. Teve uma explicação longa da minha professora querida, Márcia. Eu não sabia que tinha de levar minha mãe, mas também não levaria, pois minha mãe com os problemas de saúde que tem, tem horário de tomar os seus remédios. Depois da longa explicação, as outras crianças que seriam nossos colegas foram embora com suas mães. Eu e Layla descemos as escadas para ficar aguardando alguém nos levar para casa. A Layla ia de van, e eu esperava minha mãe ou minhas irmãs me buscarem quando resolviam tudo, lá por volta dos 12:00. Eu e ela ficamos do lado de fora do portão na parte da frente da escola esperando. Eu puxei assunto e perguntei qual era o nome dela, e ela me disse ''Layla'', eu falei o meu também. Perguntei qual era idade e outras coisas a mais, mas a conversa não durou muito tempo. A coordenadora pediu para que entrássemos e ficássemos na cantina esperando. Sentamos na mesa e Layla começou a desenhar uma garota com correntes nos tornozelos, sentada na janela. Eu comentei sobre o desenho, e ela me mostrou outros que ela fizera. Depois eu fiquei deitada em cima de minha mochila, olhando ela desenhar, até que caí no sono.
Depois de uns dias, a Unicórnia Suprema ficou conversando com a Layla, e elas fizeram amizade. Eu até então, só falava com a Layla as vezes. Depois também fiz amizade, e foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, pois tive ela como amiga. Nós três éramos melhores amigas. Eu ficava falando que nós três nunca nos separaríamos umas das outras, e que nossa amizade duraria para sempre. Eu me enganei. Nesse ano, eu comecei a me cortar, ficar muito triste em alguns momentos, mas ficava pior ainda quando não tinha ninguém por perto. As duas me ajudavam, me apoiavam e me confortavam sempre que podiam. Eu percebi depois de um tempo, que sempre que eu mandava mensagem pra elas no nosso grupo ''As Doc7'', falando que eu ia me matar, eu acabava causando aflição, desconforto e tristeza nelas. Não sei se elas sabiam, mas sempre que eu falava aquilo eu passava o dia chorando, me cortando e sempre tentando me matar. Superei isso tudo depois de um tempo. Um dia, quando eu não tinha respondido a Unicórnia em nenhuma rede social uns dias antes, eu cheguei na escola subindo as escadas pro andar de cima, e ela veio correndo até mim sorrindo e gritando um pouco, vindo me abraçar. Aquilo foi uma das coisas que me ajudou, e que aprecio aquele momento até hoje. Enfim, no final desse ano, nós três nos separamos. A Layla foi pra outra escola quando estávamos indo pro 6 ano (2019), eu e a Unicórnia fomos pra mesma escola. Mas o lance é o seguinte, indo pro final do ano quando a gente tava no 5 ano, eu havia brigado com a Layla que por um motivo que nem sabia. Nós estávamos fazendo nossa formatura do Proerd, foi quando briguei com ela, mas nos resolvemos depois e ainda somos amigas. Depois eu briguei com a Unicórnia, por um motivo bem besta pra falar a verdade, vou explicar. A Unicórnia me mandou mensagem falando sobre uma nova amiga virtual que ela havia feito amizade, eu respondi com um '';-; bom pra tu'' (eu acho) e ela começou a falar que eu não podia falar nada porque ela tinha feito uma amizade nova. Pra falar a verdade já me esqueci o que ela falou, mas foi algo assim. Eu também briguei com ela e depois ela acabou me bloqueando e nunca mais nos falamos. Na época que isso aconteceu eu já tinha me mudado pra minha terceira casa no bairro Oficinas Velhas, a casa ficava atrás do colégio que eu estudo atualmente. Eu sempre ficava vendo aquele conversa, ficava chorando sempre que lia, outras ocasiões que fazia isto eu apenas ficava com raiva e dizia ''foda-se''. Mas nunca conseguia ficar em. No Natal eu chorei no meu quarto porque não pude dar um ''Feliz Natal'' pra Unicórnia Suprema e nem pra L.Burke. No ano novo eu fui pra varanda, me encostei no muro de lá e comecei a chorar porque a Unicórnia não estava lá comigo, sendo que era só eu descer a rua, descer a minha direita, andar um pouco e apertar a campainha e falar com ela. Mas eu não podia fazer isso. Minha mãe me viu chorar e me chamou de trouxa me falando pra eu superar ela. Dizendo que eu não morrer, que eu ia ficar bem. Mas eu não acreditei nisso.
Em 2019 já no 6 ano, no primeiro dia de aula eu fui para o colégio em que eu morava logo atrás. A Diretora começou a chamar os nomes de quem ia ficar na sala 601. Até que meu nome e o da Unicórnia foram chamados, eu não estava acreditando nisso. Eu fiquei aflita, triste, confusa e pensando no que eu ia lhe falar. Até que um dia eu tive a coragem para chamar ela para fora da sala e lhe falar o que eu estava acumulando. Segue a conversa:
- Unicórnia, eu quero lhe falar que eu tô' ficando muito incomodada de te ver sendo amiga de outras garotas - eu disse ( mais ou menos isso)
- É só não olhar - ela disse (mais ou menos isso)
Nós ficamos falando sobre a nossa briga e meio que ''resolvemos tudo''. Eu acho que chorei um pouco, não me lembro. Lembram da Dyan O'Brien? Pois então, eu, a Unicórnia e ela viramos melhores amigas. Sempre falávamos sobre a Layla, e do quanto sentíamos sua falta. Eu me diverti muito com as duas, mas não iria querer voltar a falar com elas.
Em 2019, eu fiz minha mãe chorar muito. Me meti em brigas. Me ''apaixonei'' por alguns garotos, sendo que amava outro desde 2016 (sobrinho da ex do meu pai, um dia falo sobre ele). Me descobri bissexual. E a pior coisa de todas, que eu acho que fez a nossa amizade acabar... as drogas.
Não vou falar coisas que não fiz como fingir que eu era um bandido pra Dyah, falando que eu estava em uma boca de fumo e que se ela falasse alguma coisa pra alguém, iriam dar um tiro na minha cabeça. Confesso que não sei o porquê eu fiz tudo aquilo, mas eu acho que eu só queria atenção, não, eu tenho certeza. Com essa mentira eu acabei prejudicando a Dyah, ela ficou frustada e quando minha mãe soube (a Dyah mandou mensagem pra minha irmã pedindo ajuda e minha mãe soube. Minha mãe veio com uma barra de madeira do trabalho dela só pra me sentar o cacete) Pra mim a Dyah fez o certo, eu mereci apanhar. No dia seguinte após esse, minha mãe me fez abrir as minhas pernas na frente das minhas irmãs pra ver se eu ainda era virgem, e se, não tinha feito algo de errado comigo, um dos meus traumas. Minha mãe foi até a escola saber o que tinha acontecido, ela associou um garoto que eu gostava achando que era o bandido, só porque tinha uma foto dele no meu celular, e porque minha irmã do meio falou que uma vez viu ele fumando maconha no banheiro. Eu fui falar com ele sobre o que tinha feito, mas ele não quis me deixar terminar quando eu falei que a mãe dele poderia vir a escola, e acabei acabando com uma amizade. A Dyah ficou muito frustada com isso tudo, mas depois de um tempo essa confusão se ''acalmou''.
Não vou mentir, a Dyah me chamava de problemática algumas vezes, o que não era tão mentira na época, mas também me machucava.
Enfim, indo agora para as drogas. Isso mesmo, drogas. Na verdade, eram medicamentos psicotrópicos, o que poderiam sesão drogas já que eu me apoiava naquilo como um porto seguro, quando os meus problemas estavam me pesando muito. Um dia quando estava no meu quarto, eu fui usar um dos medicamentos, e minha cabeça começou a doer muito. Doía tanto que eu chegava a me debater na cama. Quando estava doendo eu fiquei me debatendo, até que resolvi me levantar e tomar um banho frio, mas adivinha, não resolveu. Depois eu peguei gelo, e pus em minha toalha, colocando a parte que estava com gelo na minha cabeça para a dor ''passar''. Ainda me debatendo, eu não consegui parar a dor, até que eu apaguei. Por conta daquela dor, sempre que eu usava a droga, eu desmaiava, pois da primeira vez que tive a dor, quase tive uma overdose (foi o que me pareceu). Quando eu desmaiava eu não sentia dor, só apagava.
Como um exemplo disso, uma vez eu levei a droga pra escola, e usei com uma amiga minha, vou chamá-la de Nick. Ela não sabia usar direito, e eu sabia o efeito que ia causar nela, então eu usei tudo pra ela não ficar tão mal. Eu falei pra Nick que tinha drogas, e ela quis usar. Mas eu não queria que ela ficasse tonta e depois apagasse no meio da aula, então usei tudo por ela. Quando eu usei a droga, nós estávamos rindo, até que eu vi a cara da Dyah, e meu sorriso se desfez. Eu sabia que eu estava fazendo algo de errado, mas eu não parei. Depois voltei a sorrir, já temendo que eu sofresse uma overdose de verdade agora. No meio da aula, o garoto que eu amava, vou chamá-lo de Coxinha, e outro amigo dele, vou chamá-lo de Cafetão, viram que a Nick estava meio sonolenta, então me pediram pra trazer ela pra perto de nós. Quando eu me levantei minha cabeça começou a dar pontadas de dor, mas eu não liguei. Eu fui pegar a Nick e coloquei ela sentada logo atrás de nós. Quando a aula começou as dores pararam, mas eu estava muito tonta e sonolenta. Eu coloquei meu caderno e meu estojo pra debaixo de minha mesa, e depois coloquei minhas mãos na minha cabeça, tentando ficar acordada...até que eu apaguei. Eu não lembro do que estava acontecendo quando eu estava apagada, mas enquanto estava apagada eu vi minha mãe chorar, e comecei a ouvir a voz do Coxinha e do Cafetão. Eles me ajudaram a levantar e eu fui pra sala perto da diretoria, esperar minha família vir me buscar. Depois desse dia, a Dyah e a Unicórnia começaram a se afastar de mim, mas não foi tão rápido assim.
Um dia, elas simplesmente pararam de falar comigo. Não falaram comigo o por quê de estarem indo embora. Ou o que eu tinha feito. Não me eixaram explicar, apenas foram. Eu insisti tanto, tentei falar com elas, mandar alguns amigos meus perguntarem o motivo delas terem ido embora, mandei carta, tentei falar o assédio que havia sofrido. Mas elas não vieram.
Na verdade, esse assédio aconteceu quando eu tinha 8 anos. Eu comecei a gostar de um garoto quando tinha 8 anos e eu estava no 2 ano nessa época. Eu estava logo atrás do armário de materiais pra artes e afins, e fiquei olhando pra ele sentado na cadeira, por um espaço que tinha lá. Ele chamou a prima dele, e falou algo no ouvido dela. Eu ainda estava sorrindo, pensei que ele mandou a prima dele dizer pra mim algo carinhoso de criança. Mas na verdade, ela veio e falou: '' Carls me pediu pra fazer isso em você'' e mexeu no meu peito. Eu fiquei confusa e depois voltei a olhar pra ele no espaço que tinha ali, nessa hora já não estava mais sorrindo. Depois ela voltou, falou a mesma coisa, e mexeu na minha vagina. Eu cobri meu peito com meus braços, e quando ela foi embora, eu comecei a escorregar pela parede até cair no chão chorando. E aquilo doeu muito. Meu melhor amigo de infância, Ricardo, falou pra professora que eu estava ali. Ela me perguntou o que aconteceu, mas eu não disse nada, porque eu olhei pra aquele garoto, e senti medo e raiva. Eu vi ele sorrindo pra mim. E quando eu falei pra elas sobre o assédio, eu não falei sobre esse garoto. Eu inventei uma história sobre um cara mais velho que na verdade eu nem conhecia. E por quê eu fiz isso? Porque na época que eu falei sobre o assédio, esse mesmo garoto estava me mandando mensagens, e eu estava assustada, ms não conseguia falar pra ninguém, mais um dos meus traumas. Por isso inventei a história e um homem mais velho. Tomara que elas não tenham acreditado, porque eu realmente estava com muito medo na época, e não queria que ninguém acreditasse naquilo. Mas que invés disso, me perguntassem o que realmente acontecendo, só que a vida não é tão boa assim. Quando eu falei sobre o assédio, eu ainda me desculpei por ter parado de falar com elas, sendo que elas que parara de fala comigo. A Unicórnia apenas disse ''Tá bom'', mas eu sabia que nada tinha se resolvido. Um grupo de apoio de adolescentes do colégio veio até nossa sala, e eu quis falar a verdade, ele estavam falando sobre assédio virtual. Eu fui até eles, mas eu só disse ''Quando eu estiver pronta eu posso vir aqui?' eles me disseram sim e eu voltei pra sala. A minha amiga Nick me perguntou se eu falei sobre o assédio, e eu disse que não.
Enfim, eu nunca soube o que era ao certo o motivo delas terem partido da minha vida. Eu achava que eram as drogas, mas até hoje não tenho certeza. Uma vez pedi um amigo meu e da Unicórnia pra perguntar à ela qual foi o real motivo, e ela disse ''Ah ela tava insuportável''. Eu vi o print da conversa. Eu não chorei, não senti raiva, ódio, repúdio, dor e nem nada. Só um vazio de decepção.
Depois de um tempo eu falava delas algumas vezes pros meus amigos, reclamando que elas não tiveram a coragem nem de me dizer o que eu fiz. Mas aí eu parei, e ''esqueci'' tudo.
Hoje em dia, pra mim, elas são apenas lembranças de algo bom e ruim que aconteceu na minha vida. Não gosto da ideia delas terem me deixado sem dizer nada, mas também não as culpo. Elas foram importantes pra mim por um tempo. Eu excluí fotos e vídeos delas do meu celular e das minhas redes sociais, pras não lembrar mais delas, mas ainda as tenho na minha lembrança. Sempre que fico me sentindo triste, com raiva ou vazia, eu escuta a música ''Home'' da Daughter de um vídeo que eu fiz pra Dyah O'Brien. Quando eu fiz esse vídeo, eu fiz pela letra da música, pois eu sabia que ela iria embora, e ia ser breve a sua partia. Não vou por o vídeo aqui pois está com uma foto dela. Mas essa música sempre me acalma, pois lembro do dia que estávamos no segundo pavilhão do colégio, tirando fotos ou apenas conversando esperando nossos pais chegarem. Eu estava deitada no colo dela no banco. Um dos dias mais especiais pra mim. Elas não são uma lembrança ruim, mas também não são uma lembrança boa. Com a partida delas eu amadureci mais, me indireitei, me resolvi com minha família (mais ou menos) e estou querendo um futuro pra mim vida.
Agora depois do apagão que eu tive em 2019, eu nunca mais usei medicamentos psicotrópicos. Eu estou estudando mais, pensando em fazer medicina e virar neuro-cirurgiã, pra ajudar pessoas com problemas iguais ao de minha mãe, ou virar General do exército das Forças Armadas. Quero arrumar um/uma namorada/namorado, que espere eu ter meus 15 anos pra namorar. Que fique comigo por muito tempo, e que respeite minhas decisões sobre sexo, política, religião, família ou qualquer outra coisa. Quero vencer na vida e dar orgulho pra minha família.
Estou juntando dinheiro pra pagar minha faculdade e ter uma boa via morando com minha melhor amiga Emilly.
Mas pra falar a verdade, a Dyah O'Brien e a Unicórnia não me ajudaram a pensar nisso tudo, ou até, a querer mudar. Eu só mudei.
E em relação a aquele garoto do assédio, eu falei poucas e boas pra ele esses dias, pra ele me deixar em paz, e ele finalmente foi embora.
Espero que quem leia a história da minha recuperação se apoie nela, e se ajude a melhorar. Lubixco e for contar minha história, faça dela também como uma história de auto-ajuda. Mas passar bem, e ah antes que eu me esqueça.
Fui babaca em relação a Dyah e a Unicórnia?
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2020.06.07 17:53 cassyna Namoro virtual

Olá luba, papelões, gatas e turma que esta a ver, hoje eu vou falar de uma história que aconteceu comigo quando eu me apaixonei por um garoto pela internet, e eu queria saber se você poderia dizer se eu sou a "stalker" Ou "louca" Da situação, aliás vou contar o início desse "amor" Platônico por que e importante para essa história,obg boa leitura!
Lá para 2017 2018 eu entrei no otanix(comunidade do amino) para ver se eu arranjava amigos, depois de umas semanas no app eu descobri uma modinha de RPG de chat, achei muito interessante e resolvi criar o meu próprio RPG, pensei que não ia dar certo mas logo entrou bastante gente e até que estava daorinha, até que entrou um garoto que não tinha ninguém para conversar , como dona do chat fui arrumar um papo com ele. Conversamos bastante e vi que tínhamos muitas coisas em comum, então criamos um chat privado para conversamos, o nome dele e cleotom gravem isso, e um contexto importante. Essa amizade durou meses, conversávamos bastante, quase todo dia, até quando chegou o natal de 2018,no mês de Dezembro fui fazer uma viajem para passar o natal em Caraguá (muito bonito por sinal) avisei meu grande "amigo"e ele flw que era uma viajem daora mais não conhecia o local, pois ele era de Piauí e eu de são Paulo, quase não conversei com ele nesse tempo de viagem por que a internet de la travava muito. Até que chegou o dia, o grande dia, era noite de ano novo e estávamos todos do hotel reunidos lá fora, na contagem regressiva ele me ligou e me pediu em namoro, foi a primeira chamada de vídeo e o grande momento(mesmo não estando juntos gravei a data) E desde de aquele dia ficamos mais próximos, até que o celular dele foi roubado, mas eu não sabia disso então fiquei dias sem resposta dele, ele não havia passado mais nada, facebook,instagram nada, então eu colei o número dele no mensager e achei o face dele( foi totalmente inútil pois não tinha nada) mas tinha a mãe dele no face então chamei ela e peguei o zap dela, conversamos bastante e contei que era namorada dele, e ela disse que aprovava pois ela também já teve um namoro Virtual, (ps somos amigas até hoje) ela flw para o cleotom que eu estava conversando com ela ele me respondeu e conversavamos as vezes, fiquei muito próxima da mãe dele, até que um dia em outubro de 2019 a mãe dele criou um grupo mó zap e me add pq era a festa de aniversário dele e eles iriam fazer uma surpresa, lá conheci parentes amigos e primos, mas desde que conheci a mãe dele, ele estava muito distante quando disse que conheci os amigos dele ele disse que não era para contar sobre nós pq ele seria zoado, mas entendi e não contei, faria qualquer coisa por ele, então eu queria fazer uma surpresa, chamei um dos primos dele no zap e perguntei se no niver dele ele podia fazer uma chamada de vídeo para ser uma surpresa, ele concordou, mas não deu muito certo essa surpresa, quando era 22 horas por aí ele ligou e mostrou Lara meu namorado, ele desligou na hora e me mandou mensagem, disse que eu era louca e que eu era uma doente mental, e que esse relacionamento era doente, eu fiquei muito triste e nunca mais falei com ele esse ano ele me mandou mensagem em janeiro, disse que sentia muito e que ele estava muito estressado naquele dia, e que guardava meu desenho que fiz para ele até hoje,eu fui toda calma e disse que o nosso relacionamento nunca seria o mesmo, e ele respondeu "você ainda pensa no nosso relacionamento? Estou surpreso" Eu bloqueei ele e nunca mais falei com ele Eu sou a errada da situação? Ou ele que foi? Ps: eu jurava de pé junto que ficaríamos juntos e até contei para minha mãe, eles riram da minha cara e depois de terminarmos eles fizeram " A pegadinha do cleotom" Que era basicamente falar - a pegadinha do cleotom, oq e a pegadinha do cleotom? E gostar de um menino que mora do outro lado do mundo mas ele não gosta dela, oferecimento cachaça 51 Obg luba bjs >30
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2020.06.07 15:18 c4rlossamurai-mig Dia 12, desemprego, família

Dias 12 eu vou ir ficar com uma pessoa que eu tenho uma relação incrível planejamos até quem sabe namorar como as coisas irem entre nós, meio que já tratamos um ao outro como namorados, e nesse dia vou conhecer a família dela. Eu estou feliz demais com isso mas eu me sinto tão ansioso e pressionado, pelo fato de eu estar desempregado porque a minha mãe falou, nunca vi um desempregado arrumar namorada. O que ela disse me afetou tanto, que me senti não merecedor de ter alguém pra amar afinal, meu último emprego foi em agosto do ano passado e o que eu vou dizer a família dela quando me questionarem "você faz o que da vida ?" E por aí vai porque esperam isso da gente.
Mas pera aí, eu preciso estar empregado pra poder amar alguém ? Eu só sou digno de me relacionar com alguém se eu trabalhar ? E o que dá a entender é isso Mas porque isso me afeta tanto ? Essa cultura me faz quantificar a vida como se fosse uma corrida ou uma lista de obrigações, no entanto eu entendo completamente que eu preciso viver além de só namorar e isso inclui trabalhar, mas porque a cobrança vem forte agora quando eu só quero me relacionar com outra pessoa ?
Como eu posso lidar com mais leveza até eu arrumar um emprego sem deixar essa aflição afetar meu relacionamento ?
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2020.06.06 20:39 gabrielathaysmyname SOU BABACA POR EXPULSAR DA MINHA CASA A NAMORADA MACHISTA DO MEU AMIGO ?

Oi Luba, oi turma, oi gatinhas. Em 2017, eu estava no último ano do ensino médio namorando naquela época com meu atual namorado, estávamos com 2 anos e pouco de namoro. Eis que um garoto novo entra na escola, o nome dele é L. L era um cara muito bacana e diferente dos outros caras, ele era mais tranquilo e reservado, meu namorado e ele, ficaram muito amigos, consequentemente, eu e L também ficamos amigos, e pelo resto do ano formamos uma turma na escola e ficamos juntos. Por mais que L fosse um cara legal, tinha umas amigas um tanto quanto duvidosas, uma delas em específico já tinha tido uma tretinha comigo, mas nada relevante, basicamente ela me respondeu de uma maneira grossa sem nem me conhecer, e eu uma pessoa nem um pouco temperamental, fiquei com rancor. Eis que no meu aniversário de 17 anos, L me chama pra conversar e joga uma notícia bombástica, L disse que estava namorando com uma de suas amigas, chamaremos ela de K. K era a mesma menina que foi grossa comigo sem nem me conhecer. A princípio perguntei se L tinha coco na cabeça, mas ele me afirmou que ela era uma pessoa gente boa e foi só um “deslize”, por fim perguntou se podia trazê-la ao meu aniversário, e eu sempre bem trouxa, deixei. Aconteceu que a menina realmente era legal, e foi só o jeito dela de se expressar que pegou mal, desde então, somos os 4 muito amigos. Hoje em 2020, moro com meu namorado e estamos pra completar 5 anos juntos. L ainda morava com os pais, e a convivência começou a causar muita treta entre L e seus pais. Então perguntei se L não gostaria de morar comigo e com meu namorado até arrumar um apartamento, então L gostou da ideia de veio morar conosco. K, a namorada de L, ainda estão juntos e completando 3 anos. Porém K já não é mais a mesma que se demonstrou ser, hoje ela é uma pessoa extremamente possessiva e dramática com L, do tipo que exclui meninas do Instagram dele porque na explicação dela “são mais bonitas que eu” e não deixa ele falar de nenhuma menina, mesmo que seja algo do tipo a história de uma menina que foi assediada no ônibus e ele apertou as bolas do garoto e expulsou ele do ônibus, a primeira coisa que K perguntou pra L foi “você estava falando com uma menina ?”, mas apesar de tudo, como é o relacionamento dos dois, eu e meu namorado não nos metemos. Só que quando L veio pra cá, K passou a vir pra cá quase todos os dias. Eles brigavam diariamente e ela nos irritava também diariamente, principalmente porque ela é o tipo de pessoa que não te deixa falar, quer se achar melhor que você, ou mais sofrida que você, e a dona da razão claro, fora a questão do título dessa história, que é o fato de K ser bem sexista explicando que o comportamento dela se deve a ser uma menina. (???) Porém, nos últimos dias, K começou a vir pra cá de cara muito fechada e cabeça baixa. Eis que meu namorado me chama pra conversar e me explica o porque dela estar assim. L disse pra meu namorado que K me viu sair do meu banheiro de toalha e achou isso desrespeitoso com o namorado dela, L. Não da nem pra explicar o ódio que eu senti, basicamente K estava dizendo que eu era uma safada por estar saindo de toalha na minha casa, que meu namorado era um corno manso que deixava a namorada fazer esse ultraje, enquanto o namorado dela era um homem com desejos incontroláveis. (Só pra deixar claro, L é uma pessoa muuuuito boa, que jamais pensou isso de mim, K que imagina essas coisas). Fiquei com tanta raiva que chamei L para conversar e disse que não queria que K voltasse a minha casa, até expliquei que se em algum dia ela quisesse ver ele, avisasse pra eu sair e dar uma volta, mas nunca mais gostaria de ter contato com alguém que pensa assim. L ficou muito triste, mas entendeu e foi falar com K. Ela chorou e disse que acharia que eu entenderia, pois é algo de “empatia” não sair de toalha do banheiro com o namorado dela perto. Sou a babaca por expulsar ela da minha casa ?
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2020.06.03 06:05 oscaraehosso Divórcio, baixa renda, e pandemia...

ME AJUDEM!
Pessoal, os pais da minha namorada estão se divorciando (esse casamento já deveria ter acabado a muito tempo), eles brigavam muito e não havia mais amor, sempre por culpa do pai, que é o FDP da história, não sei de tudo exatamente, mas minha namorada me conta muita coisa, até mesmo que o pai batia na mãe a uns anos atrás, e isso foi um dos motivos deles se separarem (mas não houve divórcio), infelizmente ela cedeu por causa dos 3 filhos, e voltou com o canalha, se eu existisse na vida deles nessa época não daria o que preste, até por que minha namorada já chegou a dizer isso ao próprio pai: "Você nao é meu pai, eu nunca tive um pai", ele parou com isso de bater na mãe, mas viver com ele em casa é um inferno, uma verdadeira ditadura, todos seguem as regras dele com medo de represálias e agressões, e não são regras rígidas de "pais normais", ele não é um "pai normal", espero que entendam, enfim...
Outro agravante é que eles são baixa renda, e sobreviviam basicamente do bolsa família + salário de trabalhador informal do pai (variável, mas algo como 1000 reais), dá pra sobreviver porém é bem complicado, e o mais triste de tudo, é que sem o pai, vão sobreviver somente com o valor do bolsa família e do auxílio emergencial (esse auxílio temporário por causa do corona). Mãe, 1 filho e 1 filha de 20 anos, 1 filha de 15 anos, todos desempregados, é muito difícil arrumar emprego tendo somente o ensino médio, e piorou tudo por causa dessa pandemia, mas eles continuam tentando arranjar trabalho.
Conclusão: O pai FDP ficou na casa deles, enquanto minha namorada, a mãe e os irmãos dela foram pra casa de um tio e estão dormindo por lá. Sou incapaz de acolher eles por diversos motivos, é muito inviável.
Não tenho muitas informações sobre divórcio, mas preciso de opiniões, como proceder? A quais órgãos minha sogra tem que recorrer pra conseguir algo na justiça (como por exemplo o divórcio e a casa pra ficar)? Em meio a essa pandemia vocês acham que ela consegue algo?
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2020.06.02 06:57 Remote-Still Sou babaca por expulsar todo mundo da minha festa

Oi meu nome é Isabela sou colecionadora de action figures da marvel, isso e um ponto importante, quatro anos atrás no dia 15 de maio eu fiz 14 anos, eu sempre quis uma festa a fantasia des dos meus 9 anos, isso é outro ponto importante, minha mãe dizi "aos seus 15 anos vamos fazer sua festa a fantasia". Bom chegou dia 15 as 03:14 e a desgraça começou, terminei meu namoro de 4 anos, 9 de 13 amigos que eu convidei não vieram, minha tia (que eu não gosto) se autoconvidou para a minha "festa" e minha prima de 10 anos ficava entrando no meu quarto poque ela queria brincar com os meus "brinquedos". Eu fui no meu quarto checar umas coisas para festa e vi ela com a minha Viúva Negra na mão. Eu tentei pegar a boneca dela só que a mesma jogou a boneca na minha estante, onde estavam ou outrosnbonecos, conclusão os bonecos cairam todos no chão, eu peguei ela pelo braço a coloquei para fora do quarto fechei a porta na cara dela e fui correndo ver se algum boneco tinha quebrado.
Por sorte minha só dois bonecos quebraram, meu Thor e meu Tony Stark, eu com raiva fui na garagem pegar uma superbonde.
Eu olhei para fora da casa e vi meus primos chutando alguma coisa, logo pensei que fosse uma bola, mais ai vi algo branco e logo lembrei que minha gatinha não estava no quarto, nessa hora eu desesperada fui correndo até lá,sim luba meus primos estavam chutando a minha gata grávida. Eu tenho essa gata a 4 anos, ela é bem velinha e aquela já era sua 2 gravidez. Eu afastei meus primos peguei e mística no colo, a bixinha estava gemendo de dor então eu a levei para o meu quarto,deixei ela na minha cama e fui pegar uma toalha para secar ela, quando eu estava voltando para o quarto a minha tia veio dizendo "tenho uma boa notícia, eu conversei com a sua mãe e ela concordou que festa a fantasia é para crianças, então eu você ela e sua primas vamos ao cinema ver um filme ok". Primeiro os bonecos depois minha gata e agora isso, pra mim já estava tudo fudido mesmo, então fui até onde estava o som e desliguei tudo, pedi para todo mundo ir embora, fui para o meu quarto e comecei a chorar. Naquele momento minha salvadora chegou, minha melhor amiga ( neste momento namorada) Sarah abriu a porta do quarto e me abraçou dizendo "tudo bem" "vai ficar bem" "pare de chorar" "você é mais forte que isso" tentando me acalmar, eu me lembro de deitar com ela na cama e dormir. Acordei no dia seguinte com dor de cabeça e várias mensagem da minha mãe perguntando oque tinha acontecido, minha tia me xingando e varios outros parentes reclamando comigo, Sarah como uma otima amiga me me ajudou a arrumar a bagunça.
Então podem podem me dizer eu fui babaca por expulsar todo mundo da minha festa?
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2020.06.02 06:42 Remote-Still Eu sou babaca por expulsar todo mundo da minha festa

Oi meu nome é Isabela sou colecionadora de action figures da marvel, isso e um ponto importante, quatro anos atrás no dia 15 de maio eu fiz 14 anos, outro ponto importante é, eu sempre quis uma festa a fantasia des dos meus 9 anos, minha mãe como uma pessoa maravilhosa que era dizia "eu prometo que aos seus 15 anos vamos fazer sua festa a fantasia". Bom chegou dia 15 as 03:14 e a desgraça começou, terminei meu namoro de 4 anos, 9 de 13 amigos que eu convidei não vieram, minha tia (que eu não gosto) se autoconvidou para a minha "festa" e minha prima de 10 anos ficava entrando no meu quarto poque ela queria brincar com os meus "brinquedos". Eu fui no meu quarto checar umas coisas para festa e vi ela com a minha Viúva Negra na mão. Eu tentei pegar a boneca dela só que a mesma jogou a boneca na minha estante, onde estavam ou outrosnbonecos, conclusão os bonecos cairam todos no chão, eu peguei ela pelo braço a coloquei para fora do quarto fechei a porta na cara dela e fui correndo ver se algum boneco tinha quebrado.
Por sorte minha só dois bonecos quebraram, meu Thor e meu Tony Stark, eu com raiva fui na garagem pegar uma superbonde.
Eu olhei para fora da casa e vi meus primos chutando alguma coisa, logo pensei que fosse uma bola, mais ai vi algo branco e logo lembrei que minha gatinha não estava no quarto, nessa hora eu desesperada fui correndo até lá,sim luba meus primos estavam chutando a minha gata grávida. Eu tenho essa gata a 4 anos, ela é bem velinha e aquela já era sua 2 gravidez. Eu afastei meus primos peguei e mística no colo, a bixinha estava gemendo de dor então eu a levei para o meu quarto,deixei ela na minha cama e fui pegar uma toalha para secar ela, quando eu estava voltando para o quarto a minha tia veio dizendo "tenho uma boa notícia, eu conversei com a sua mãe e ela concordou que festa a fantasia é para crianças, então eu você ela e sua primas vamos ao cinema ver um filme ok". Primeiro os bonecos depois minha gata e agora isso, pra mim já estava tudo fudido mesmo, então fui até onde estava o som e desliguei tudo, pedi para todo mundo ir embora, fui para o meu quarto e comecei a chorar. Naquele momento minha salvadora chegou, minha melhor amiga ( neste momento namorada) Sarah abriu a porta do quarto e me abraçou dizendo "tudo bem" "vai ficar bem" "pare de chorar" "você é mais forte que isso" tentando me acalmar, eu me lembro de deitar com ela na cama e dormir. Acordei no dia seguinte com dor de cabeça e várias mensagem da minha mãe perguntando oque tinha acontecido, minha tia me xingando e varios outros parentes reclamando comigo, Sarah como uma otima amiga me me ajudou a arrumar a bagunça.
Então podem podem me dizer se eu fui babaca por expulsar todo mundo da minha festa?
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2020.05.23 17:40 Vitor_Lenon Sou babaca por me apaixonar pela namorada do meu melhor amigo e fazer eles terminarem ?

Ola Luba, editores, bonecos de papelão e seus restos mortais, possivel convidado (ninguém quer visitar o Luba além do Jean ) e turma que está a ver.
Minha historia meses depos de terminar um namoro com minha primeira namorada que durou 3 anos, depos 5 ou 6 meses eu continuava mal e perdido, não sabia oque fazer, até que meu melhor amigo (irei chama-lo de Cristofe) não gostando de me ver nessa situação diz que vai me apresentar a irmã da namorada dele, ela tinha acabado de sair de um relacionamento abusivo e achava que nós dois poderiamos dá certo, e que assim ele não precisaria ir na casa de sua namorada sozinho ja que lá era um lugar bastante perigoso e diz minha " namorada se chama Ja... e a irmã se chama Je..." (infelizmente tenho déficit de atenção e ambos os nomes na minha cabeça eram bastante parecidos), e também me disse que ambas faziam um curso na mesma sala que eu, depôs dele insistir bastante eu aceito.
Nota: Cristofe é meu amigo há 6 anos e namorava ela a alguns meses, eles moravam em cidades diferentes então pouco se viam, mesmo dizendo que a amava vivia fazendo piadas de mal gosto sofre algumas "frescuras de sua namorada" e fala coisas tipo de que era doido para ficar com a ex de um amigo nosso e dizendo que ele mesmo tendo amado ela, não deveria se importar por ser ex, e uma hora ou outra ela ia arranjar alguém, que pelo menos fosse um amigo.
No outro dia chegando no curso, sou recebido por uma garota que se apresenta como Je, ela era uma menina que falava muito, gostava de festas e sair para... e diz que ja tinha ouvido falar de mim pelo Cristofé e que ja estava esperando, em seguida ela me apresenta sua irmã, a Ja, Ja era quase oposto de Je, era tímida, não era de muitas palavras e prestava atenção em todas as aulas, como não lembrava quem era quem, deduzi que Je seria a namorada do meu amigo e Ja seria a garota que eu deveria conhecer, para completar, Je me disse que Ja tinha saído de um relacionamento complicado e o ex dela foi babaca.
Então após fazer amizade com Je, fui sentar ao lado de Ja, me apresentei e disse que queria ser seu amigo, ela então me olha com um olhar triste, pega os fones e me ignora, eu preocupado ao ver ela triste resolvo soltar piadas no ar, falando coisas engraças a pessoas perto dela para que ela ouvisse, mas simplesmente sou ignorado, até que ela retira os fones, me olha e diz "você não vai copiar?" Nesse momento havia desisto e resolvi ser sincero e disse "desculpa, comecei a fazer graças e contar piadas pq você parecia triste e eu queria te animar, queria me aproximar de você, quem sabe seu amigo mas entendo que quer ficar sozinha, irei lhe deixar em paz e estudar em outro canto da sala" então quando ia me levantar, ela segura meu braço e diz "Fica" me conta os motivos de sua tristeza e disse que não era feliz (também revela que os fones nem prestavam e que minhas piadas eram péssimas mas isso não vem ao caso).
Dias e meses se passaram e eu e Ja estavamos cada vez mais próximos, finalmente me sentir com alguém e finalmente ela mostrou quem era de verdade, uma garota alegre, engraçada e muito divertida, fazíamos tudo juntos e as vezes Je vinha junto mas tinha bastante ciúmes de nossa amizade, então meu amigo Cristofe pergunta como estão as coisas, então lhe digo que estou apaixonado e muito feliz, e que pretendia me declarar a ela, e para nós comemorarmos isso resolvemos marca uma pizza, me resolvo me arrumar, vestir minha melhor roupa, chegando lá os 3 estão me esperando sentandos em uma mesa, então, Cristofe se levanta e me apresenta JA como sua namorada e me revela que JE é a irmã, ele sem saber da confusão que eu fiz de nomes, diz que eu tenho algo a dizer para JE, então acabo me declarando a ela, com palavras que só a Ja entendia, o fiz e Je, talvez confusa ou por carência, simplesmente aceito, e passei aquela terrível noite com a irmã da menina que eu amava, e vendo a mesma beijando meu melhor amigo.
Algumas semanas se passam e sou apresentado como namorado de Je em sua casa, e começo a frequentar a mesma ao lado de Cristofe, mesmo ficando com Je, Ja e eu sempre nos isolavamos de Cristofe e Je para conversar e rir de nossas piadas bestas, Je talvez percebendo tudo oque está acontecendo manda eu me afastar de Ja apartir de agora, dizendo que ela não ia precisar de minha amizade e se aproximaria mais de Cristofe, e eu apenas estava atrapalhando, Ja ouve isso e me pede para não a deixar, sem saber oque fazer e confuso, eu me levanto e vou embora, Ja me acompanha, neste momento Je diz que se eu não fizer oque ela manda, vai está tudo acabado entre a gente, e que ela pagaria um de meus amigos para me deixar mal, eu digo que poderia fazer o mesmo e ela diz "Ja é minha única amiga, ela NUNCA trocaria o Cristofe por você" após ouvir isso, sem hesitar vou embora, me sentindo no fundo, caindo na realidade que meu amor por nada mais era que uma besteira, resolvo fazer algo que nunca havia feito antes, beber, com meio copo, Já estava tonto, resolvo me deitar.
Após me deitar tive a brilhante idéia de "Já que nunca vou ficar com a Ja e guardar isso só para mim está me matando, serei honesto com ela e me afastarei" mando a seguinte mensagem "Ja...não sei como lhe explicar, porém oque sinto por você não para controlar, eu te amo Ja... e sei que isso é um amor proibido ja que você namora meu melhor amigo, me perdoe, mas não quero ser uma pedra no caminho de sua felicidade, obrigado por tudo, adeus", Ja não costumava responder rápido, mas nesta noite por algum motivo ela viu, e disse "eu te amo, eu nunca senti nada pelo Cristofe, apenas aceitei namorar ele pq ele me pediu na frente de toda a minha família, e como nossas familias são muito amigas e por medo de decepcionar meus pais, eu resolvi aceitar, mas não sou feliz" eu sem entender direito tudo oque tava acontecendo, fico surpreso, mas digo que não poderiamos ficar, pois eu odeio traição, e namorar seria difícil, pq o pai dela me odeia e ja havia me ameaçado por deixar a Je além de amar o Cristofe, ele me vendo com a Ja só faria o ódio dele aumentar, então mostrando como séria impossível ficarmos juntos, digo para ela buscar a felicidade e oque a fizesse feliz, paramos de nos falar por um tempo e Cristofe vêm falar comigo muito triste, dizendo que Ja havia terminado o namoro, e que não era feliz, na hora me senti culpado, mas feliz por minha amiga.
Cristofe então me pede conselhos, qualquer coisa para ajudar a reconquistar Ja, então com uma enorme dor no peito eu digo "me desculpa, eu amo a Ja, não poderia ter ajudar" Cristofe então triste e surpreso me pergunta se eu ja havia ficado com Ja, e eu digo que não, depôs ele me pergunta se a felicidade dela fosse eu, se eu aceitaria ficar com ela, então eu lembro do que ele dizia a nosso amigo e digo "sim, você nem deveria se importa, ela é sua ex, e se ela for ficar com alguém melhor um amigo, certo ?" Cristofe então apenas ri e diz "ok, vamos da um tempo em nossa amizade, ambos a amamos então aquele que ela escolher para faze-la feliz e ficar com ela, o outro deve se afastar e não sair mais como o casal" mesmo por dentro que por fora eu dizia que ja havia desistido, por fora ainda havia esperança.
Alguns meses sem falar com Ja, sua irmã Je me chama até sua casa, para me apresentar seu namorado, um outro amigo meu que ela havia dito que namoraria e disse que eles eram um casal muito feliz, eu lhes dou parabéns e eles se convidam a ir a minha casa, e Ja é obrigada a ir por seus pais para reparar Je, então deixamos o casal ir na frente e Ja me trata friamente, ignorando e me deixando falar sozinho, chegando em casa, o "casal feliz" tem uma briga feia e pedem privacidade do quarto para eu e Ja, vamos para frente de casa e ela fala que ódio o fato que eu me afastei dela, começamos a nós falar denovo, até que falamos de pessoas que gostamos no passado e que nunca fizemos nada, então eu digo para ela tentar com alguém que a fizesse bem, ela coloca uma música, fecha meus olhos e me beija, depôs disso, eu e Ja começamos a ficar escondido. Se quiser saber oque acontece quando e Je descobre com o final em prints ai já é outra historia.
Eu sou babaca ?
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2020.05.04 02:54 SatokoHoujou Descobri que sou trans. E agora?

TL;DR abaixo com as perguntas que gostaria de sanar, o resto é desabafo e contextualização.
Oi gente, tudo bem? Recentemente me descobri trans (MtF) depois de anos achando que era apenas um fetiche ou vontade de fazer crossdress. Gostaria de tirar algumas dúvidas sobre TH e também desabafar e conversar um pouco com quem também passa/passou por isso e como lidar. Só para clarificar, ainda estou usando pronomes/nome masculino mesmo, porque...
Sinceramente, eu não me sinto uma mulher. Isso é normal? Eu sei que gostaria de ser uma mulher, mas vivendo quase 23 anos como homem me sinto muito hipócrita em dizer que me sinto uma mulher. Já me acostumei a viver assim. Minha vida é uma eterna monotonia. Faço faculdade e estágio. Não tenho amigos, não tenho vida social, meu único hobby é jogar vídeo game, então que diferença faria? Sinto que para mim a transição seria uma forma de escapismo. Como um meme que vi: "não arrumei uma namorada, então eu mesmo viro a namorada". E se for uma fase?
A primeira vez que senti uma certa disforia foi assistindo um anime em que um personagem era crossdresser, porque se sentia fraco como um homem e recorreu a essa opção, de viver sua adolescência como uma menina. Esse foi o primeiro momento em que eu se quer cogitei que aquilo podia ser uma opção para mim. "Eu também não gosto de ser homem, e se eu fizesse crossdress?" Pedi para meus pais comprarem um vestido para mim sob o pretexto de fazer cosplay, mas infelizmente foi sem sucesso. O outro motivo é que eu me sinto mal por como isso foi despertado. Se eu nunca tivesse assistido esse anime, não estaria passando por isso agora?
Não tem como eu me iludir pensando o quão bom teria sido fazer a transição antes, eu nem sabia que isso era uma opção. Via 'travestis' com maus olhos, jamais que eu queria ser aquilo. O que me lembra que até uns 12 anos eu era extremamente homofóbico e transfóbico, mas isso é porque eu morava em uma cidade minúscula onde todo mundo é assim. Mais engraçado ainda é lembrar que quando eu tinha uns 5 anos eu tinha muito medo de "ser gay", porque associei o que escutei de adultos a algo ruim, digno de vergonha. Lá pelos 13 anos, comecei a questionar minha sexualidade, se eu possivelmente era bissexual, e infelizmente até hoje não tive a oportunidade de sanar essa dúvida, e um pouco se deve ao medo.
Eu sempre tive cabelo grande, desde os 9 anos. Sempre ODIEI meu cabelo curto, tentei deixá-lo curto várias vezes, e o resultado sempre era o mesmo: eu odiava, me arrependia, às vezes chorava, e ficava me sentindo burro por ter que ficar esperando um ano e meio até que crescesse. Deixei crescer acho que 5 ou 6 vezes ao longo desses anos. Hoje eu imagino que seja porque realça demais a masculinidade no meu rosto, o que dá para disfarçar um pouco sem estar curto. A última vez que cortei eu havia decidido que não deixaria mais crescer, porque queria ter mais oportunidades profissionais sem que o cabelo fosse um empecilho em entrevistas. Mudei de ideia, e quis deixar crescer de novo para dessa vez fazer crossdress. Estava decidido que iria me depilar inteiro, arrumar uma roupa legal, e realizar esse desejo secreto o qual sonho por pelo menos 8 anos. Mas tinha que ser algo genuíno, por isso quis deixar crescer de novo; nada de peruca, pois não me sentiria bem. Depois disso, poderia cortar de novo e seguia com o plano original.
Era esse o plano até a minha ficha cair: eu não gosto de ser homem, de parecer homem, e preferiria ser e parecer uma mulher, mesmo não sabendo explicar o porquê. E aí o desespero bateu, pois eu já passei há tempos da puberdade, sinto que não tenho mais um "rostinho de bebê" que tinha até uns 19, e a passagem do tempo me dá medo demais. Eu preferiria desistir da ideia, não ter que lidar com o preconceito, mas e se eu me arrepender quando estiver muito mais velho? Tem como eu empurrar isso para debaixo do tapete e fingir que nunca aconteceu? Acho que não.
Então dito isso, eu acho que estou na idade certa para fazer a transição. Não tão jovem quanto eu gostaria, mas suficientemente para ter ótimos resultados e começar a viver da maneira que eu quero. Isso se não fosse pela questão financeira ): Atualmente, eu sou estagiário em uma escola, estou no último ano de Letras, e quase todo meu dinheiro é para pagar a mensalidade da faculdade. Em dezembro, termino a faculdade e meu contrato de estágio acaba. A partir do ano que vem imagino que eu consiga arrumar um emprego como professor e ganhar cerca de uns 1800 reais, sem considerar a situação do Covid. O quão viável seria esse dinheiro para começar a pensar em depilação a laser e na transição?
Eu continuaria a morar com os meus pais, sei que isso está longe de ser o ideal, mas eu não vejo como conseguiria pagar aluguel enquanto pago as coisas relacionadas à transição, até porque eu não tenho nem roupa ou maquiagem alguma. Meu pai é aquele tipo de pessoa "o filho do vizinho ser gay tudo bem, mas o meu não", mas eu acredito que com tempo ele aceitaria. Minha mãe eu sei que aceitaria, se não fosse pela questão da insegurança e dificuldade de arrumar emprego. Por isso, tenho certeza que ela iria me desencorajar e dizer que é só uma fase.
Apesar disso, acho que eu preparei o terreno suficientemente bem ao longo dos anos: sabem que gosto do meu cabelo grande, já contei para eles diversas vezes que queria fazer crossdressing, usei maquiagem por uma época, aos 13 anos, e recentemente comecei a me depilar. Eu até fiz uma tentativa de sair do armário para minha mãe. Uma vez que o assunto encaixou, mostrei uma foto de transição de uma pessoa que era muito musculosa e barbuda, e havia se tornado uma mulher lindíssima. Aí eu falei: "se fosse para ficar bonita assim, até eu iria querer tomar hormônios". Ela respondeu: "sério? Que estranho". Foi literalmente isso. Estava na expectativa de ela me perguntar algo, mas nunca mais tocou no assunto. Não sei se foi só insensibilidade dela ou se também é um assunto o qual ela prefere evitar.
E sobre a transição em si, o quão viável é fazer pelo SUS ainda esse ano considerando a situação da pandemia? Se eu fizesse isso particular, quais passos eu teria que tomar? Consultar um endocrinologista e se der tudo certo, comprar os hormônios? Quanto isso + depilação a laser custaria? Moro em uma cidade no interior de SP com cerca de 700 mil habitantes, para contexto. Isso me parece o essencial, porque não tenho como ser passável com sombra da barba e por isso estou muito ansioso para poder fazer essa depilação a laser. O resto do corpo acho que fica decente depilando com creme depilatório e usando lâmina, mas o rosto não tem como, fica mt ruim ):
Considerando tudo isso, o medo que mais me assola: enfrentar isso e não ser passável. Sei que nunca vou ter dinheiro para FFS, provavelmente nem outras cirurgias, pois é caro demais. Só vou poder contar com a genética, hormônios e depilação mesmo. Será que eu me sentiria bem ou iria me enxergar ainda como um homem? O que me conforta um pouco é ver resultados de pessoas que começaram em uma situação muito pior dentro do contexto MtF, tipo que eram gordas, carecas, e mesmo assim, com tempo, se tornaram mulheres bonitas. E só para deixar claro, eu sei que a transição não é uma corrida de quem fica mais passável, o intuito é se sentir bem sendo quem você é de verdade, certo? Mas não vejo como tirar esse medo da cabeça.
E é isso, estou desse jeito desde o final de março, angustiado, sem conseguir me concentrar em nada. Fico muito chateado em ver minha mãe me perguntando porque estou tão desanimado, se eu estou doente porque só fico deitado o dia inteiro, e não posso falar nada porque ainda não tenho coragem, e tomar alguma atitude agora também parece muito difícil por quase da pandemia. Tive dois sonhos com essa situação, um deles foi contando para minha mãe, o outro foi usando meu nome novo, que já havia escolhido há um tempo. Me senti bem mal quando acordei ):
Não acredito que consegui escrever isso, sinto que foi um peso tirado das costas. Desculpe se disse algo insensível ou ofensivo, não foi minha intenção. Desculpe também pelo wall of text e agradeço muito a quem leu até aqui.
TL:DR: O quão viável é começar a transição atualmente pelo SUS? Quanto custaria, em média, se eu fizesse uma consulta particular com endocrinologista e comprasse os hormônios? Quanto custa, em média, sessões de laser e quanto estima-se gastar até retirar todos os pelos possíveis?
Atualmente moro com meus pais, sei que a reação deles seria neutra, não me expulsariam de casa nem nada. Termino a faculdade esse ano. Seria uma má ideia cogitar a transição agora/ano que vem? Eu poderia arrumar um emprego na área enquanto moro com eles para economizar no aluguel, não sei se aguento esperar ganhar suficientemente bem para morar sozinho ):
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2020.05.01 18:22 chemicalDM Hoje é minha vez de desabafar.

Costumo responder e dar minha opinião ou uma palavra amiga pras pessoas daqui. Hoje é minha vez de colocar pra fora o aperto no peito.
Desde que começou a quarentena, tô na mesma que muitos de vocês: em casa. Hoje, em especial, fazem três semanas que não piso fora daqui. Tava lidando muito bem até hoje, eventualmente conversando com meu pequeno grupo de amigos, cozinhando e vendo um filme aqui e ali.
Essa última semana, porém, foi o inferno. Começando pelo aniversário da minha namorada. A gente não tem muito assunto em comum, são quatro anos já de namoro, mas levamos no peito. Problema é, ela queria que eu furasse a quarentena pra ficar com ela no aniversário, mas moro com um asmático. Falei disso em um comentário a uns dias.
Problema é que ela não entende o isolamento, apesar de ser veterinária. Sai quase todos os dias, ontem saiu pra fazer um ensaio fotográfico (num lugar deserto, ao menos) com um amigo que não tá respeitando o isolamento (porque precisa trabalhar). Hoje quer ir no portão da avó com a família pra cantar parabéns. Amanhã sai pra estagiar e domingo também. E tem sido assim desde o começo. Dois dias em casa são um recorde pra ela. Não aguento mais a gente discutir por isso e ela me acusar de não me importar com ela porque não estou indo lá visitar (já inclusive fez chantagem do tipo: "vou arrumar alguém pra me comer, já que você não faz caso" e coisas como "o namorado da minha amiga vai ver ela toda semana do portão". Eu não tenho nem como pegar ônibus pra visitar ela porque é intermunicipal).
Fora isso, meu grupo de amigos é minúsculo. Do tipo, sete ou oito pessoas no máximo e não tenho amigos da faculdade, embora me dê bem com eles. São eles que tão me dando aquela força, mas essa semana todo o stress tá sendo difícil. Não quero alugar eles com meu namoro, até porque em quatro anos já tem muita história e todo mundo já conversou muito comigo sobre.
Em casa, eu cozinho pra três pessoas (eu incluso) quase todos os dias. E reparei que um deles não me oferece nem uma colher de doce de leite ou uma panqueca quando faz. Emprestei pra esse minha TV e PS3 justamente porque ele não tem muito o que fazer aqui, além do comoutador. Desde o começo da quarentena não encostei em nenhum dos dois e tenho visto meus filmes na tela do computador mesmo. Ainda assim, sigo firme no martírio culinário e de entretenimento pra tornar a convivência melhor, religiosamente.
Quanto à faculdade, parada. Trabalhando de casa por home office (o que tem sido bem difícil e cansativo), mas também na resistência e martírio (lidar com adolescente é estressante, vão por mim).
Só de escrever isso tudo, já me sinto um pouco melhor. Obrigado a quem leu, espero que fiquem bem e fiquem em casa (lavem as mãos sempre).
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2020.03.01 04:15 CaioLahrr Morte

A morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo. Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta idéia: MORRER!!! A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente... De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um chiste. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo? Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça. Por isso viva tudo que há para viver. Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida... Perdoe... Sempre!!
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2020.02.24 13:41 StandoPowa_ Eu sou atraído por mulheres - mas o fato de não ter muita coisa em comum com a maioria das mulheres que conheço me deixa um pouco frustrado

Antes de qualquer coisa, isso não é um post de misoginia. E se for, por favor me indiquem para que eu possa rever o que estou falando e pensando.
Eu sou um jovem adulto que foi muito tímido e sofreu muito bullying durante a adolescência. Nunca tive atenção feminina - era gordinho e extremamente anti-social.
Não sendo surpresa pra ninguém, só fui perder o bv e a virgindade na faculdade, e isso graças à existência do Tinder. Se não fosse o Tinder, eu seria um padre. No big deal, pra ser sincero - se eu fosse virgem e bv ainda isso não teria mudado nada da minha situação atual.
Sou um cara bem caseiro que se sai pra algum lugar, é pra lugares tranquilos e com gente que eu conheço (mesmo que seja alguém que conheci há 2 dias no Tinder). Não gosto de música alta e lugares cheios de pessoas. Me da um sentimento de claustrofobia.
Hoje em dia sou uma pessoa bem sucedida, me socializo perfeitamente bem com as pessoas no trabalho e tenho amigos com gostos muito parecidos. As pessoas gostam muito de mim no trabalho, sou considerado um dos melhores no nível e trabalho que desempenho.
Mas no aspecto social, tem uma coisa que me incomoda muito: é muito raro eu conseguir realmente ser eu mesmo perto de garotas - e não só com certeza isso zera o interesse nelas em mim (totalmente justificado) como também não sinto vontade nenhuma de fingir ser outra pessoa só pra conseguir ficar com alguém.
O fato de eu ter sofrido bullying me deu uma "skill" de conseguir ser outra pessoa quando necessário e não falar de JoJo e memes angolanos à toda hora. Eu não saio com camisa de hentai na rua nem nada do tipo, pois meu senso anti-cringe já tá bem treinado.
Eu tenho vários amigos com os quais consigo ter essa liberdade de mostrar o meu lado full merdapostagem (e isso é ótimo!), mas quando se trata de arrumar uma namorada ou só alguém pra dar uns role, eu tenho que ficar fingindo que me interesso por Grey's Anatomy ou simplesmente a porra da conversa não anda.
Recentemente mudei meu perfil do Tinder pra refletir mais o meu senso de humor e gostos. Isso diminui drasticamente a quantidade de matches e, apesar de serem pessoas com gostos mais parecidos, a maioria não responde ou demora 5 anos pra responder um "oi". Ninguém é obrigado a falar comigo, MAS ENTÃO NÃO PASSE PRA DIREITA!!!
A grande maioria dos casais que conheço compreende de pessoas com os gostos completamente opostos que não fazem absolutamente nada juntos à não ser transarem (e olha lá, porque conheço uns cornão tbm kkkkkm) e irem em festas de família.
Se isso for ter um relacionamento, acho que vou preferir ficar sozinho mesmo. Mas a busca continua, eu acho hahaha
O que vocês acham? Eu estou com minhas expectativas muito altas? Deveria mesmo achar alguém nada a ver só por achar e já era?
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2020.01.15 05:35 kingsvell Nunca imaginei que viria escrever algo aqui mas dessa vez, cheguei no meu limite...

Então, desde ja começo pedindo desculpas pelos palavrões e pela forma que vou escrever, provavelmente com muitos erros de português pois escrevo isso com muito ódio e muita tristeza em mim...
Assim, sei que vou ser julgado aqui, mas antes que me julguem, deixa que eu faço o trabalho pra vocês, vai ser mais fácil: Eu sou literalmente UM BOSTA inutil. Eu tenho 29 anos e estou pra completar 30 esse ano, estou numa fase terrivel no qual eu não consigo um emprego tem mais de 7 anos, o último emprego que eu tive foi um "estágio" no qual fui tratado por quem me contratou da forma mais escrota possível.
O que eu mais desejo na minha vida era poder sair da casa de meus pais mas, infelizmente, meu fracasso é tão grande, mas tão grande que eu ja não sei mais o que fazer. Sou formado em Publicidade e propaganda em bsb e no meu ultimo ano de faculdade, basicamente, todas as agencias fecharam pois só existiam escritórios aqui para fazer licitação pq a legislação obriga. Pedi, basicamente, de joelhos a uma "amiga" influente daqui pra me ajudar e nada aconteceu. Mandei meu CV pra ela e eu acredito que ela simplesmente cagou pra mim.
Tentei fazer bico de Uber ano passado porém eu achei aquilo tamanha humilhação no qual não dei conta é basicamente um trabalho escravo e a população faz seu carro de lata de lixo. Se eu consegui fazer 100 reais liquido foi muito! Resultado: Fudi (no sentido de desgaste, depreciação mesmo, nada sério) com o carro que por sinal era de minha mãe, minha mãe não podia saber na época pois tinha tido um AVC e hoje quem acabou cuidando dela sou eu (não tenho do que reclamar disso, mas eu ja não tenho tempo pra mim, pra fazer as pouquissimas coisas que eu gosto pois tbm tenho uma namorada no qual me consome demais, mas não venho aqui reclamar dela.).
Muitas das responsabilidades de casa ficaram sobre minhas costas ja que antes minha mãe fazia tudo aqui em casa. Eu tenho um irmão porém ele trabalha loucamente e é extremamente na dele. Ficaria extremamente feliz se ele ajudasse mais dentro de casa, mas a única pessoa que ele ajuda é a namorada dele que ele trouxe da pqp pra morar aqui e ela ja não ajuda muito aqui em casa e acabou que tirou boa parte de minha privacidade.
Dado um pouco de contexto venho aqui mostrar o porque que eu sou um bosta: Nada adianta você tentar agradar todo mundo que todo mundo pisa em ti. Tentei seguir na carreira de fotografia porém me fudi, sou realmente muito bom mas depois de um certo tempo percebi que não tem como competir com o povo do ramo pois eles fazem questão de te FUDER de verde e amarelo OU quem procura um trabalho de fotografia sempre vai ter um sobrinho pra fazer. Tentei juntar minha formação com a fotografia e também deu errado, apliquei mais de 10 fucking vezes a um dos studios que fazia trabalhos para Caixa, BB e etc, o filha da puta me chamava só pra trocar uma idéia sobre equipamentos e me dispensava. Desisti de tudo e tentei seguir carreira na aviação, coisa básica mesmo, atendimento ao cliente, recepção o que esses agentes de aeroporto fazem, porém, não sei porque, ja tentei mandar currículo escrito que eu tinha ensino médio completo, ensino superior completo, mas, com apenas 3 porras de cias aéreas nessa merda de país fica foda de conseguir uma bosta de emprego, as vezes parto do pressuposto que alguém com ensino superior não vai aceitar o salario que eles oferecem, mas né, pra quem não ganha bosta nenhuma e é sustentado pelos pais, o melhor a se fazer é ganhar 500 conto pra trabalhar meio periodo, sei lá... Mandado cv pras cias e NADA, nenhuma posição. OU seja, em algum momento da minha vida eu fiz uma cagada absurda que não consigo mais porra nenhuma, saca? É uma frustração do qual não tem tamanho.
Eu sei que tem uma galera numa situação muito pior, uma situação muito escrota mesmo... Eu frequentei o Centro internacional de Reabilitação Sarah Kubitcheck acompanhando minha mãe, não reclamo da minha situação quando eu vejo a galera lá toda lascada... O que eu acho foda, pra mim, é que eu não consigo crescer na minha vida! Eu to pra perder outra namorada porque eu não consigo sair de casa, porque não consigo ajuda-la a pagar as contas dela e até mesmo as minhas!
É uma frustração enorme no qual a única saída que eu vejo é o suicidio mas o bosta aqui nem isso consegue fazer! Ja tentei ligar pro CVV e o que eu sempre recebi era uma ligação caindo do nada ou nunca sendo atendido. Ja tentei 3x, na 3a eu fui internado em uma clinica psiquiatrica (2014). Eu não sou de bsb sou do rio, deixamos tudo para trás, perdi todos os meus amigos, fiquei doente, tentei fazer novas amizades aqui mas pelo visto em bsb ninguém quer ser seu amigo se você é sustentado pelos pais ou não é funcionário público.
Eu tento conversar com meus pais sobre isso, sobre as minhas frustrações e eles acham que é babaquice da minha parte porque eles acham que é o objeto de desejo que causa minhas frustrações e não o "big picture". Eu explico: por exemplo, preciso de dinheiro para comprar algo, seja o que for. Eu ODEIO pedir aos meus pais isso logo eu fico frustrado por conta de não conseguir tal coisa... Aí meu pai fica emputecido por achar que se ele me der tal coisa tudo vai voltar a ser o mar de rosas. Eles não entendem que não é o objeto, o tangível, é o fato de eu não conseguir meios próprios para eu conseguir determinada coisa! Uma viagem, um objeto de valor, qualquer coisa... É uma merda depender deles.
É muito ruim se sentir um bosta, não poder crescer com nada, sentir que todo mundo está crescendo e você ficando pra trás. Eu nunca fui bom em estudar, não sei estudar, não passaria em nenhum concurso público, para vocês terem idéia, meu terceiro ano foi em uma escola que ninguém tava nem aí pra nada, o dono só queria o dinheiro mesmo pois reprovei o segundo ano duas vezes. Meus sonhos, todos, ja foram por agua abaixo. Ja desisti de ser pai pois ja não tenho mais condições fisicas e psicolgicas pra isso, nem financeira, né?
Tentei ao máximo tirar nacionalidade portuguesa pra tentar a vida em outro país, mas o dinheiro acabou e o ânimo também depois de ver relatos que mesmo você tendo a documentação, as pessoas nos outros países vão te ver como lixo. Eu to sem perspectiva de vida NENHUMA.
É dificil lidar com meus pais que não olham o que deveriam olhar pra mim, aceitar uma pessoa que não ajuda em casa e que tá com problemas na familia e nào fazem nada, eu não conseguir um emprego pra poder me virar, ouvir sua namorada o tempo todo falando que você precisa arrumar um emprego que ela ja tá velha e que precisa casar logo, minha mãe que não entende o quão fracassado eu sou que depois de formado (2013) em 2016 eu tentei análise de sistemas, em 2017 eu tentei nutrição e 2018 eu tentei psicologia e todos esses cursos deram errado para mim, fica forçando que eu tenho que achar um emprego, porra meu, se eu não dou certo em bosta nenhuma, vai ajudar ficar forçando isso?
Eu moro numa das piores cidades do DF com relação a fazer amizades. Sou uma pessoa que pensa MUiTO no próximo, que não gosta de incomodar, que trata bem, que respeita, mas na cidade onde eu moro é só bolsominion, é só gente estúpida fazendo estupidez, hoje eu quase fui atropelado porque o babaca entrou na contra-mão. Assim, é um lugar onde o povo só olha pro próprio nariz! Eu não nasci pra essa cidade e eu não nasci pra esse mundo. Eu espero que, daqui a alguns dias eu consiga fazer aquilo que eu mais quero pois eu não estou aguentando mais ter que dividir apartamento com gente que não gosta de mim (namorada do meu irmão), não gosto de ficar dando despezas pra meus pais, me sinto um lixo quando eu peço dinheiro a eles, um homem de 30 anos na cara pedindo dinheiro pra papai e pra mamãe? Eu so um lixo de pessoa... Sei lá.
Se você leu até aqui, cara, tu é muito foda, saiba disso. E desculpe o texto grande e bagunçado, é uma ilustração de como minha insatisfação com o mundo tá. Eu começo um assunto que vai puxando o outro nada a ver e que depois volta. Sei lá. Terapia é uma coisa que não funciona pra mim, pois desde a época que eu fui internado, ja passei por mais de 10 psicologos e nada. NADA. Hoje eu tomei uma decisão de simplesmente sumir. Apaguei todas as minhas contas em rede social com exceção da bosta do facebook que ainda tem alguns dos meus jogos conectados a ele, vou procurar trocar meus numeros também. Eu nao quero mais ser encontrado (apesar de ninguém me procurar mesmo), e simplesmente conseguir o que eu mais quero que é pular da janela do sexto andar. Pois o inutil, bosta, o escroto (como a namorada do meu irmão me chamou no TT sem eu ter feito NADA a ela e sempre oferecer as coisas a ela), o babaca aqui cansou, saca?
Desculpe pelo texto. Bom dia, galerinha. :)
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